INCOMPREENSÕES
Clima de exceção significa regime de injustiça. Não o aguardes. Experiência que não se vive, continua sendo teoria não incorporada à existência. Arestas não corrigidas, permanecem na condição de impedimento na engrenagem. Por isso mesmo ninguém há que atravesse a senda reencarnatória sem conhecer o percalço das incompreensões alheias. Espíritos difíceis em necessários reajustamentos, que somos quase todos nós, somente a pouco e pouco nos vamos despojando das couraças constritivas e perniciosas do eu enfermo, a fim de adquirirmos mais amplas percepções, na esfera das lutas em que nos empenhamos pela própria libertação. Não raro, enquanto conseguimos abençoadas reformas no campo do sentimento, malogramos em atividades outras, comprometendo vasta área de realizações valiosas.
Vigilantes em um setor, distraímo-nos noutro campo de ação. Adquirindo amizades novas, descuramos a assistência aos amigos de ontem, preciosos, incidindo, mesmo involuntariamente, em gravames e desassisamentos. Isto porque muito lento é o progresso real do viandante, na escalada redentora. Não há, porém, razão para descoroçoar. Dificuldade vencida é conquista realizada. Problema que surge representa desafio que espera solução. Assim, são inevitáveis as incompreensões que nos assaltam a cada instante. Vale não as provocar pela rebeldia ou através da presunção, mediante o desvario ou por azedume contumaz. Ninguém, porém, conseguirá eximir-se de sofrê-las.
Rebelas-te, em face de muitos acontecimentos desagradáveis, e assumes então, atitude de incompreensão em relação ao Estatuto Divino, que ignoras. Não te compreendes a ti mesmo: reações surpreendentes, ações imprevistas, emoções descontroladas que surgem e ressurgem embora o policiamento a que te impões. Se é assim contigo, em relação ao próprio eu, quão difícil entender corretamente o próximo ou por ele ser compreendido!
Não te agastes, portanto, quando colhido nas malhas da incompreensão dos outros.
Depois de haver conhecido Jesus, quando empenhada, sinceramente, na reforma íntima com a conseqüente fidelidade aos postulados da Boa Nova, Maria de Magdala conheceu penosas dificuldades, por não confiarem os companheiros na sua renovação, nem compreenderem o esforço despendido para a sua reintegração na disciplina salutar do equilíbrio que almejava. Embora tocada pela Mensagem clarificadora da Boa Nova, diante de Maria, sua irmã, comovida e devotada ao Senhor, Marta, inquieta, não compreendia que apenas as tarefas essenciais exigem doação total, enquanto que as supérfluas podem esperar... E o próprio Mestre, não obstante o amor com que a todos amou e as vívidas demonstrações oferecidas quanto a ser o excelso Filho de Deus, experimentou incompreensões de tal monta, que foi crucificado, após as amarguras inomináveis e as dores sofridas, em face da deserção daqueles a quem mais amara e aos quais se dera em regime de abnegação. No entanto, não os desamou, nem os esqueceu, retornando a aquecê-los com a esperança, mediante a doação do perdão que lhes renovou a paz nos espíritos aflitos. Reflexiona, e, encorajado, mesmo que transites sob chuvas de incompreensões, prossegue, denodado, ideal à frente, até a libertação do vaso carnal.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 07h29
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SEMPRE CARIDADE
Ideal seria que não existisse a miséria de qualquer matiz. Sem dúvida, estaríamos no paraíso, fosse a dor expulsa do meio em que nos encontrássemos. Agradável redundaria o tempo, estivessem as paisagens coloridas de esperança e o espectro da enfermidade não rondasse os nossos passos. A realidade, porém, é bem outra. Onde quer que o espírito endividado para com a Lei se encontre, aí estarão presentes suas necessidades em caráter de imperiosa cobrança. E por que se apresentam aflições de toda ordem, não nos cabe refugiar-nos através das evasivas com que muitos se furtam ao dever da solidariedade, da caridade.
Diante, pois, dos afligentes problemas que deparas pelo caminho, faze alguma coisa.
Dispões de milagres de cordialidade ao teu alcance, que podes distribuir sem prejuízos. Muitos corações pensam no auxílio material e recuam considerando-se incapazes de distribuí-lo argumentando que são incontáveis os necessitados Outros se referem ao labor moral, ante os infelizes deste ou daquele teor para logo desanimarem em face dos inúmeros dissabores com que se vêem constrangidos arrostar... Podes e deves fazer alguma coisa. Cada semente de amor que plantes num coração será uma bênção a multiplicar-se e um desditoso a menos. A dádiva material que ora ajuda e passa é o socorro na horizontal. Não te aflijas pensando que a miséria retornará. Caso nada possas em relação ao futuro, produze em direção do presente. A lâmpada moral, que acendes no país atormentado de um espírito, será sol emboscado num perene horizonte de luz. Não te preocupes raciocinando que nuvens borrascosas poderão de futuro impedir a claridade. Ilumina hoje, produzindo na vertical da vida. A lição de amor pulsante no teu sentimento, que te leva a ajudar, converte-se em mensagem de caridade rutilante que fulgirá a teu próprio benefício, impedindo que a treva do cansaço e da revolta, da enfermidade e do desânimo, estabeleça morada no lar do corpo que teu espírito habita transitoriamente. Caridade, pois, sempre.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 07h42
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PERTINÁCIA DA OBSESSÃO
Cerco de longo curso, a pouco e pouco a obsessão logra pequenos êxitos que se transformam em áreas conquistadas na mente, até o momento de estabelecer-se em definitivo. Sutíl, às vezes, mas, pertinazmente, a idéia infeliz se vai fixando e substituindo as imagens otimistas que desaparecem, cedendo lugar que se converte em campo de sombras. Ciúme aqui, inveja ali, ira adiante, formam o triângulo dominador que faz soçobrarem os melhores esquemas de equilíbrio por aceitação da invigilância. De quando em quando, irrompe em crise que passa, deixando, porém, lamentáveis vestígios, como desgaste emocionai, cansaço físico e mental improcedentes, amargura ou excitação. Repetindo-se com freqüência, substitui os períodos de paz pêlos da inquietação, sendo os estágios de harmonia breves pausas, no tumulto da quase permanente insatisfação e irascibilidade.
Nem sempre a obsessão se instala de chofre. Quando tal ocorre, o processo de fixação tem procedência em larga faixa de tempo, conseguida imperceptívelmente. Mentes comungam com mentes que se lhes assemelham. Espíritos sintonizam com espíritos que lhes são afins. Pessoas sincronizam com pessoas em quem se comprazem. Quando se cultiva azedume e se dá guarida a suspeitas, ocorrem colheitas de desespero como de infelicidade. Justo recorrer-se à terapêutica preventiva, quanto possível, e, percebendo-se instaladas as matrizes obsessivas, mister desdobrarem-se sérios esforços, pois o problema urge na sua gravidade, exigindo procedimento de largo porte e imediata decisão. Enfermidade perigosa, a obsessão gera desgovernos lastimáveis e dores lancinantes, difíceis de serem catalogados ou descritos...
As vidas passadas reaparecem na presente, em expressões várias, como através daqueles que deixaste na retaguarda, graças ao mau caráter que te era peculiar. Ressurgem como cobradores, os que foram tuas vítimas. Conhecem-te como és e não como desejas ser. Por isso, não crêem nos teus propósitos, senão quando os testificas por meio de honestas atitudes superiores a que te afervoras e cujos propósitos vitalizas. São pertinazes os fomentadores das obsessões. Conquista-os, através das ações elevadas. Não dês guarida, desse modo, às impressões nefandas no recesso do teu espírito. Reage com todas as forças à maledicência, à inveja, ao ciúme, à ambição, às paixões, em suma, perturbadoras. Policia a língua nos momentos infelizes a fim de que não te arrependas tardiamente. Simpatia e cordialidade são construções laboriosas. Distonia e perturbação, ao inverso, têm origem no passado propagam-se e fixam-se facilmente. Não titubeies, nem te permitas desaires. Convocado ao trabalho renovador da própria redenção, encara o compromisso assumido, deixa à margem melindres, facécias, ilusões, e avança para Jesus, em definitivo, reparando erros, reconquistando posição e perseverando otimista, sempre leal ao bem, até o fim.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 07h37
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PACIÊNCIA
Virtude que escasseia, a paciência é de relevante importância para os cometimentos expressivos a que te propões. Sem ela, a irritação comanda os feixes nervosos, e de desequilíbrios imprevisíveis irrompem na máquina física, comprometendo toda e qualquer realização. Não se considerando os casos de desarmonia procedente de matrizes patológicas, todo homem pode e deve cultivar a paciência. E mesmo quando acoimado por enfermidades que o afeam no equilíbrio emocional, através de contínuos esforços consegue resignação ante a dor, que é uma das mais expressivas manifestações da paciência. Mediante exercícios regulares de reflexão e contenção dos impulsos da personalidade inferior, plasmarás condicionamentos íntimos, que imprimem calma e equilíbrio, culminando em harmonia interior, geradora da paciência.
Indubitavelmente, realização tal não se lobriga num só passo, sob impulso momentâneo. Surge o embrião, molécula a molécula. Constrói-se a máquina, peça a peça. Realiza-se a obra, tarefa a tarefa. Da mesma forma, nos empreendimentos morais, só através da perseverança, num programa feliz de segura urdidura, realizarás os misteres a que te propões. A paciência, assim conseguida, conferirá salutares recursos para o enobrecimento espiritual daquele que a cultiva.
conseqüência do cansaço, do marasmo, da rotina, a irritabilidade significa sinal vermelho na tarefa que executas. Indispensável vigiar-lhe o surgimento. Sutil, explode, de quando em quando, repetindo-se o clima de irascibilidade, que toma as paisagens da ação, estabelecendo nefanda presença, contumaz e enfermiça. A paciência, ao contrário, resiste às más circunstâncias e às tediosas ocorrências. É confiante, gentil, otimista, sem que deixe de ser responsável, séria, recatada. Suporta vicissitudes com galhardia e não esmorece quando os resultados demoram a expressar-se. Espera com coragem e não desfalece. Dessa forma, policia as reações íntimas e observa como te encontras. Caso te sintas portador de constante mau-humor, estás necessitando do auxílio da paciência, a fim de refundires o ânimo, renovares conceitos e atividades, orando, com a sede de quem, urgentemente, precisa da água da paz. Não te deixes amargar pela revolta interior ou esmagar pela irritabilidade. Recorre à paciência, sempre e em qualquer situação, e ela te ajudará a servir, amar e aguardar amanhã o que hoje se te afigura improvável ou irreversível... A paciência é, também, irmã da fé, porquanto, todo aquele que crê, espera e confia tranqüilamente.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 07h22
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OMISSÕES
No íntimo acreditam-se neutros. São portadores, porém, de uma neutralidade conveniente, adotando posição parasitária, como se fora possível a indiferença ante as questões palpitantes da vida. Não se desejam comprometer. Preferem ser arrastados pela força voluptuosa dos sucessos, invariavelmente negativos, embora se façam crer pessoas honestas e interessadas no progresso do bem. Omissos, esperam que o tempo tudo resolva, sem oferecerem a contribuição decisiva para apressar a chegada da oportunidade promissora que fomenta o êxito das realizações. Em verdade, tornam-se frios, hipnotizados pela comodidade, após perderem o calor do ideal e a vibração positiva da fé. Anseiam por melhores dias, mas nada fazem por produzi-los. Agitam-se em círculo vicioso de especulações imediatistas, sem a contribuição decisiva pelas realizações superiores.
Aqui, em face ao desgoverno de muitas coisas, erguem os ombros, dizendo nada terem com isso; ali, fingem não ver, asseverando que a questão não lhes é pertinente; adiante, passam por cima dos gritantes descalabros, informando que lhes não cabe atitude alguma... No entanto, comentam, combatem, exigem providências dos outros, portadores que são de larga percepção para condenar e ruminar pessimismo. São espíritos doentes, sem dúvida, portadores de virose singular. Algumas vezes, quando convém, aderem à facção maior, a que lhes parece vitoriosa, ou, normalmente, permanecem na posição dúbia de quem está indeciso. O cristão legítimo, particularmente o espírita, é dinâmico, combativo no sentido ideal da palavra, pugnando sempre pelas causas superiores, envidando todo esforço pela direção segura do ideal que esposa. Não se entibia quando surgem dificuldades, nem se arreceia quando se multiplicam problemas. Recorda-se que a Causa do Cristo sempre esteve em minoria na Terra, e que, todavia, é a Causa da Verdade. Diante dele avolumam-se os valores legítimos do bem e torna-se, em conseqüência, expressão do bem onde se encontra. O clamor da desordem não lhe abafa a voz, porque esta é a do exemplo; a opressão não o esmaga, porque rutilam suas realizações; o desânimo não o vence, em razão de haurir reforço de energias, nas Fontes da Espiritualidade Superior; a calúnia não o afeta, em face ao estoicismo com que vive a verdade, e prossegue, sempre o mesmo, sem pressa mas com decisão, confiando na vitória final, após a última batalha que lhe compete travar. A omissão, no entanto, é responsável pelo desmoronamento de ideais enobrecedores com que a Humanidade sempre foi contemplada, porquanto estimula a desordem, no silêncio conivente; açula a ira, pela morbidez que dissemina; favorece a fuga dos dubitativos que se resolvem pela atitude mais fácil. Omissão, é, também, ausência de firmeza de caráter, cobardia moral. A omissão de muitos dos companheiros e beneficiários de Jesus contribuiu largamente para o drama do Calvário. O silêncio dos chamados homens probos favorece a penetração e vitória das infelizes falcatruas e malversações promovidas pêlos aventureiros e maus. Imperioso fazer convergir para os pontos fulgurantes do dever todos os esforços, não compactuando com os menestréis da perturbação e fomentadores da iniqüidade. Silenciar a autodefesa em prol do ideal representa elevação de espírito, enquanto calar para preservar posições mentirosas traduz desrespeito a si próprio e, em decorrência, agressão ao que supõe acreditar ou afirma seguir. O cristão omisso é alguém em vias de decomposição emocional, que está em processo de morte sem o perceber. Desse modo, constrói sempre e convictamente o bem em toda parte, comunicando entusiasmo e otimismo, descobrindo, por fim, que o contágio do amor e da esperança é tão fecundo que, após, mimetizar aqueles que nos cercam, retorna com força nova que nos domina e agiganta, conduzindo-nos na direção dos objetivos que defendemos e a que nos afervoramos.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 07h48
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CEGUEIRA
"Vim a este mundo para exercer um juízo a fim de que os que não vêem, vejam e os que vêem, se tornem cegos." João: IX - 39, Cegos e cegos, há-os muitos em diferentes graus e estágios. Significativas, pois, as palavras de Jesus, sob qualquer aspecto consideradas. Uns são cegos por ignorância, outros por presunção. Valiosas advertências fulgem, desse modo, em cada conceito evangélico, quando meditado e incorporado à ação, transformando-se em dinâmica salutar de valia inestimável. Há o que jaz na cegueira física e o que padece de cegueira espiritual.
O ignorante, na sombra em que se debate, expunge o mau uso do conhecimento. O enfermo, na agonia que experimenta, repara as peças e implementos orgânicos que a imprevidência destroçou. O analfabeto, ao guante da limitação constritora, reflexiona sob as nuvens pardas do pouco discernimento os prejuízos da nefanda utilização da cultura. O padecente da miséria econômica exercita equilíbrio, como decorrência da malversação dos valores de que fora mordomo. Os limitados desta ou daquela ordem, os que não sabem quando erram, transitam em compreensível cegueira e, graças à situação em que se encontram, recebem maior dose de entendimento, melhores recursos para a recuperação, mais amplo ensejo de equilíbrio...... Muito judiciosos os conceitos do Senhor. Os que conhecem, no entanto, os regulamentos do dever; quantos dispõem da cultura, da fé e da razão; aqueles que estão informados sobre o Estatuto da Imortalidade; os que usam o verbo para orientar, escrevendo ou falando; os que são veículos dos Desencarnados; todos os aquinhoados com a notícia do Evangelho não se podem permitir enganos ou dissipações, estroinices ou desgovernos morais, competição sensualista ou desgaste orgânico nas ilusões, porque tais se encontram dotados da responsabilidade, que representa patrimônio valioso pelo Senhor concedido por empréstimo, para superior aplicação a benefício de si mesmos e das coletividades onde se encontram.
Os que vêem, têm menos justificativas quando erram, tropeçam e caem, do que aqueloutros, os que não fruem da visão. Convidado ao trabalho inapreciável da renovação da Terra, não te escuses, relacionando dificuldades inexistentes ou problemas irreais. Refunde propósitos, seleciona valores e não te detenhas. Assimilando as lições preciosas através da comunicação dos Espíritos, clareia a senda com a luz da ação enobrecida, porquanto os que vêem e não atuam, sofrerão cegueira, enquanto os que agem, embora os percalços e limites que experimentam, verão. Cegos e cegueira nestes dias marcham em consonância com as conquistas tecnológicas, aumentando o número dos que não querem ver porque lhes não convém enxergar, a fim de não mudarem a tônica enganosa da vida transitória que logo mais se esfumará. Perfeitamente necessário, portanto, que medites em profundidade e despertes em definitivo porque sofre de "pior cegueira aquele que não quer enxergar." Assim, abre os olhos e segue ditoso.
CELEIRO DE BENÇÃOS PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS
Escrito por EDUARDO BARROS às 13h56
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