BLOG ESPIRITUALIZADO


TRANSES MORAIS

Ninguém permanece incólume na jornada humana.
Ninguém, em regime excepcional, face aos transes morais.
Todos reencarnam com objetivos de elevação, e para esse desiderato as provações como as expiações chegam, necessárias, convocando o espírito em depuração ao resgate que lhe facultará liberdade e paz.
Mesmo aos Espíritos missionários, em apostolado de abnegação e amor, com as metas para a redenção humana nos diversos campos da Cultura, da Arte, da Ciência, da Fé, são exigidas as contribuições morais de longo curso, com as quais plasmam nos contemporâneos e nos pósteros as supremas lições de que suas existências se fazem instrumento.
Desafios que a vida oferece aos transeuntes da evolução, os dramas morais
significam impositivos valiosos para quem se candidata à felicidade real.
Compreendendo a alta significação da forma como se devem encarar os problemas e sofrimentos de toda ordem, os estóicos do passado se condicionavam aos ideais da beleza, adquirindo resistências com que esperavam superar as vicissitudes, liberando-se através do esforço do auto-aprimoramento a novas conjunturas afligentes...
Os transes morais, porém, são expurgadouros necessários ao homem para sua evolução espiritual.
Raros, somente, sabem enfrentar as situações difíceis com que a vida os
requisita ao testemunho e à reparação dos erros.
Preparados para a comodidade e educados pêlos métodos da ignorância às leis da responsabilidade, os homens se acostumam a resolver, problemas e inquietações pelo suborno, pela ilicitude desta e daquela expressão, permanecendo incapazes para refletir nos momentos graves que advêm inevitavelmente.
Surpreendidos pelas realidades evolutivas, convocados ao reequilíbrio mediante os transes morais, complicam as situações, agravam as conjunturas, atirando-se, por fim, aos porões da revolta em que se envenenam sem outra alternativa.
Estes se debatem na busca ansiosa da fortuna;
aqueles se desgovernam ante as emoções espoucantes;
aqueloutros se atiram, sôfregos, às aventuras, tudo malbaratando para. quando surpreendidos pela pausa que o sofrimento propicia a fim de regularizar dificuldades, deixar-se autodestruir pêlos contingentes múltiplos dos equívocos acumulados e vitalizados, em curso demorado...
Sejam quais forem, porém, os transes morais que te cheguem, fita a amplidão da esperança e retempera o ânimo.

Na luta, o triunfo pertence a quem insiste, intimorato, laborando sem termo.
Não te agastes porque foste chamado, hoje, ao aparente infortúnio. Escapa-te a lógica dos motivos que te constrangem à dor e às diretrizes de paz que poderás haurir, concluído o resgate.
Examinando os transes que te cruciam, tem Jesus em mente e compara... Não digas: "Mas Ele era o Filho de Deus", porquanto também o és. Nem asseveres: "Ele, porém, era perfeito" lembrando que a Sua palavra sábia prescreveu - "Sede perfeitos como o Pai Celestial é perfeito", e nada temas até alcançares a perfeição que a todos nós está destinada.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h54
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VIVÊNCIA CRISTÃ

A pretexto de preservar uma vida cristã, normal, consentânea à atualidade,
necessário proceder a exame acurado do comportamento, de modo a melhor aplicar as diretrizes evangélicas imprescindíveis à felicidade.
Ninguém advogaria hoje a fuga espetacular à responsabilidade sob a justificativa de servir o Cristo.
Improcedente, também, a tentativa de conseguir o aprimoramento espiritual sob a coerção do cilício e a maceração do corpo, esse valioso instrumento que o Senhor
concede para a dádiva da evolução.
Todavia, a acomodação hodierna aos hábitos da ociosidade em que muitos se
comprazem; o gozo indiscriminado decorrente dos favores da leviandade
generalizada; o comportamento dúbio a que muitos se entregam; a religiosidade no Templo e o desequilíbrio nas atividades comerciais como na convivência social, sem dúvida são incompatíveis com a ética do Cristo, que ora os Espíritos classificam, em vigoroso chamamento para a restauração do amor e da paz na Terra, sob as rutilâncias clarificadoras da Caridade.
Desde que não se faz justo deixar caídos o criminoso e o revel, vencidos pelo desconserto íntimo, não é lícito, igualmente, concordar com eles em nome do impositivo da tolerância.
Adaptar, por espírito acomodatício, o rigor evangélico aos que se comprazem na ilusão e nos agravos de toda ordem, representa sustentar o crime e estimular a ignorância que se multiplicam infaustosamente.
Desde que não se torna mister uma atitude de inimizade para com os maus e
infelizes, - por incompatível com as leis do amor - não se justificaria, em nome da fraternidade legítima, um comércio de vulgaridade que fomentaria o desdobrar dos instintos agressivos daqueles que se agradam em atitudes perniciosas.

Em todas as épocas, a vida cristã tem representado expressivo desafio aos que amam a verdade.
Somente os que se conseguem impregnar do espírito do Cristo lobrigam as vitórias legítimas sobre si mesmos, com o fruir dos decorrentes resultados da felicidade geral que a todos propiciam.
Não são estes melhores, nem piores dias, para os que pretendem exercitar
elevação interior, vivência cristã.
Necessariamente cientificado da Imortalidade e assegurado da continuidade da vida espiritual, conforme o comportamento sustentado na Terra e os pensamentos vitalizados, enquanto na carne, inseridos nas comunicações dos Espíritos, o cristão-espírita dispõe dos mais vigorosos recursos para o triunfo, vivendo com os homens, como criatura humana que é, não preservando nem usando artimanhas negativas, nem nefastas
adaptações ao moderno contexto do pensamento em voga entre os homens,
vulgarizando-se e se pervertendo, antes penetrando-se do amor e do bem conforme os viveu e nos ensinou o Excelso Mestre de todos nós.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h22
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NEGADORES NECESSITADOS

Verdadeira conspiração.
Programa que se transmite de incauto a incauto, propalando ceticismo, negação.
Religiosos em desalinho, combatendo afirmações imortalistas que foram hauridas nas fontes da sobrevivência.
Pesquisadores honestos em teimosa dúvida, engendrando teorias fascinantes e complexas, para fugirem à realidade da vida extrafísica.
Indiferentes, zombando das respeitáveis conquistas alcançadas no campo da
informação espiritual, como se estivessem indenes à desencarnação e
conseqüentemente ao prosseguimento da vida...
Técnicos das modernas experiências, embora vinculados a esta ou àquela confissão de fé, estabelecendo linhas rígidas de distinção entre os fenômenos da mente e os do espírito, fixando-se em pomposa terminologia, que na maioria das vezes mais perturbam os leigos, que, então, desvairam...

E não faltam nas lides espiritistas aqueles que, fascinados pelas vãs
concessões da ribalta brilhante, se deixam anestesiar ou aderem à nova onda, aguardando confirmação dos postulados doutrinários abraçados.
Pedem provas novas.
Exigem fatos atuais.
Agregam às velhas dúvidas, negativa modernas, e dão ao Inconsciente poderes divinatórios, transferindo para a mente, arbitrariamente dotada de
possibilidades causais, o resultado das aquisições do espírito, esse jornaleiro
da evolução em incessantes renascimentos e contínuas desencarnações...
Preocupam-se e esperam que os outros lhes ofertem fatos probantes sobre a imortalidade, a comunicabilidade e a reencarnação dos Espíritos, enquanto eles apenas negam, somente negam, sem provarem a validade de sua sistemática negação.
Cômodos, cooperam com a desordem que irrompe alarmante.
Apaixonados, açulam os instintos e as paixões da personalidade infeliz.
Neutros, pendem para a indiferença, numa neutralidade de niilistas, dizendo
aguardarem resultados...
Continua o honesto labor da fé, penetrando cada vez mais as lições valiosas e consoladoras do Espiritismo libertador. Aqueles espíritos que engendram dificuldades e criam cizânia, sempre os houve.
Alguns estão invariavelmente contra.

As próprias mazelas somente lhes permitem ver o que lhes apraz e convém
Não evitarão, entretanto, a viagem através da porta do túmulo.
Conhecerão de perto a realidade, e despertarão, como ocorrerá contigo mesmo.
Confia, portanto, e ama, servindo sem cansaço, vinculado ao ideal de
fé que te irmana a todos os homens, e ajuda-os. Se outro socorro não lhes
puderes oferecer, ora por eles, compreende-os, pois que, embora não te
reconheçam, também necessitam de ti. Se te parecer difícil essa atitude, repete mentalmente como fez Jesus, perdoando-os, ao clamar:
"Eles não sabem o que fazem!" e prossegue tranqüilo.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h14
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DOCILIDADE

Ao impacto da volumosa carga de informações que sobrecarregam os ombros humanos, nos dias correntes, a criatura, desarvorada, vê-se empurrada para as fugas espetaculares, utilizando-se das armas variadas da agressividade.
Chumbadas à insensatez que as governa, estiola os sentimentos nobres,
acobertando-se sob justificativas infantis, como se desejasse, não obstante as atitudes infelizes, atrair simpatias e amizades. Não as lobrigando, reage com violência, atestando a precariedade dos valores aceitos, que pretende conduzir e propagar.
Nesse particular, os fatores essenciais ao equilíbrio social, ao intercâmbio
cordial, ao labor de harmonia em equipe, escasseiam, lamentavelmente.
Desse modo, cortesia e cordialidade, gentileza e bom-tom, educação, etiqueta e docilidade constituem expressões do passado, ora examinadas com severidade e tidas como fraquezas de caráter e desequilíbrio emocional.

Sensibilidade e emoção, em conseqüência, passam à condição de desarmonia e desajuste ficológico.
Humildade e delicadeza, da mesma forma, são tidas como cobardia e recalque.
Sem dúvida, não advogamos a aparência gentil, o gesto delicado, a elegância da forma, com desprezo às essências íntimas que constituem as manifestações da cortesia.
O homem deve ser sincero, exercitar a verdade, cultivar atitudes retas,
expressar opiniões honestas, especialmente quando vinculado à religião espírita, que esposa como diretriz de felicidade.

Se convidado a ajudar alguém caído, não reúnas espinhos nas mãos, nem calces luvas ásperas para o ministério do socorro.
Se instado a ensinar a verdade, não a utilizes como se fora estilete ponteagudo a esgaravatar as feridas dos infelizes.
Se convocado ao exercício da fraternidade, não recordes os insucessos do amigo com quem convives.
Se chamado a servir, evita a máscara de enfado colocada na face, estremunhado e pessimista.
O doente não ignora o sofrimento que o martiriza; o desesperado conhece o frio da inquietação e o calor do desconserto íntimo; o infeliz experimenta o travo da amargura que padece - não é necessário recordar-lhe dura, violentamente.
Nem a blandícia da astúcia pusilânime, nem a doçura dos lábios com fel no
coração, nem a melifluidade da hipocrisia.

Docilidade é, também, segurança interior, equilíbrio, conhecimento, por
experiência pessoal, dos problemas, com exteriorização de paz real.
No exercício do ministério espírita, não transfiras os teus conflitos,
exteriorizando-os por meio de agressividade.
Sê dócil e consolarás com mais acerto.
Recorda que Jesus, ao anunciar o Espiritismo, deu-lhe o nome de Consolador. E a verdade é que ninguém consola, ferindo, nem edifica, agredindo.
Austero, mas jovial, rigoroso, porém cortês, produze
À semelhança dEle, utiliza a verdade, a severidade, a honradez, docilmente, com amor, porquanto só o amor em qualquer circunstância consegue o milagre da renovação, da esperança e da legítima saúde espiritual.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h51
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O PROBLEMA DA FÉ

Confundem-na com utilidade de ocasião.
Supõem-na valor de que se deva dispor levianamente.
Crêem-na de efeito urgente.
Possuem-na como se fora moeda de trocas, com que se pode negociar com a
Divindade.
Quando, porém, os resultados não se fazem imediatos, lucrativos, oferecendo prêmios transitórios, dizem-se decepcionados, e, então, deblaterando, desertam.
Afirmam-se descrentes e aguardam sinais, na suposição de que a vantagem da crença deve pertencer a Deus, quando não a transferem para os Amigos
Espirituais, e não a eles mesmos...
Refaze conceituações e reflete com diligência.
O problema da fé é, antes de mais nada, resultante do maior ou menor esforço despendido por adquiri-la.

Alguns têm-na de forma natural. Em tais, é espontânea, porquanto trazem-na de vidas pregressas, insculpida nos painéis da mente espiritual.
Outros conseguem-na mediante a reflexão e o estudo, como corolários do
equilíbrio e da maturidade que já alcançaram.
Diversos, dela se impregnam, após a linguagem dos fatos eloqüentes que atestam a transcendência da vida e a sua indestrutibilidade.
Muitos, porém, relutam.
Aguardam-na como meio de se evadirem das conseqüências dos erros e leviandades, desta e de outras existências...
Não obstante a documentação experimental por outros apresentada, ou da própria realização, recalcitram. Desejam mais provas, maior soma de realidades.........
E enquanto isso continuam irrequietos, em trêfegas refregas do prazer e da
ociosidade.
A fé, além de virtude espontânea, também é conquista intelectual.
Referimo-nos à fé religiosa, porquanto crer é qualidade inerente ao ser.
Crê-se por hábito, por acomodação, pelo fenômeno da razão.
A fé religiosa, porém, graças, hoje, às lições do Espiritismo e às realidades
mediúnicas, decorre do exame racional dos fatos, em perfeita consonância com as leis que regem a vida.

Necessário, no entanto, refletir melhor para fixá-la em profundidade. Adubá-la com os valiosos recursos da oração e do trabalho edificante, a fim de que se não entibie e desapareça.
Tem a fé a função essencial de oferecer forças para solucionar problemas ao invés de afastá-los ou liberar o crente dos testemunhos necessários para a sua evolução.
Mediante o seu concurso, a dor muda de configuração. Deixa de ser o aguilhão do resgate para se transformar em força-estímulo para a vida, desafio para o avanço e auto-realização.
Crendo no Pai entregou-se Jesus totalmente ao sacrifício, sem mácula nem culpa, de modo a ensinarnos que a fé é ponte divina por onde transitaremos da nossa pequenez na direção abençoada da liberdade total e grandiosa.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h32
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AFETOS

O problema da afetividade, na Terra, tem raízes profundas no passado espiritual de cada homem, como conseqüência natural de antigos comportamentos, em relação
aos inapreciáveis valores da vida.
Constitui regra fundamental, na Legislação Divina, que cada ser possuirá, no
trânsito carnal, quanto lhe signifique oportunidade de ascensão espiritual,
devendo responder pela aplicação dos bens que frua, seja nas largas faixas da saúde, da felicidade e da fortuna ou da dificuldade econômica, do sofrimento e da soledade.

Todo desperdiço, em qualquer circunstância, faz-se geratriz de escassez. Da mesma forma, todo uso desordenado torna-se fator de abuso e desequilíbrio, em complicado processo de saturação...
As amplas expressões da afetividade que antes desfrutavas, transformaste, por negligência ou insânia, em rota estreita de padecimento, por onde agora carpes amargos estados dalma.

O que ora te falta, arrojaste fora.
Quem hoje te significa muito e é disputado por competidores vigorosos em relação às tuas fracas possibilidades, já não te pertence. Mesmo que te doam as fibras do coração aceitar esta situação, resigna-te às circunstâncias punitivas e prossegue sem desfalecimento.
Não te atires em lôbrega disputa.
O que agora não consigas, ser-te-á ofertado depois, se te credenciares através de merecimento superior.
O amor entre as criaturas, não raro, se faz cadeia ou algema, quando o desatino não converte em escravidão ou loucura.
Olha em derredor: há necessidades de muito porte, pranteando aflições mais rudes
que as tuas. Aqui é a fome, ali é a enfermidade, além é a obsessão avassalando antigos comparsas do desregramento... Carpem, é verdade, necessitando, no entanto, de socorro.
Transforma, assim as conchas das tuas mãos vazias de carícias recebidas e
envolve esses outros caminhantes da amargura e da solidão com a ternura que podes ofertar.
Certamente, o teu é o drama da falta de alguém que te possa refertar o espírito, dando-te tranqüilidade, segurança.
Estará, porém, alguém, na roupagem carnal, em regime de harmonia?
Ignoras os infortúnios dos que sorriem, aparentando felicidade e não sabes das inquietações de que são objeto os que te parecem roubar a quem amas,
cavando abismos de distâncias entre o ser amado e tu, mas que, afinal, será despenhadeiro para a própria precipitação, na queda, em cuja borda se encontram...
Não te desgastes pela sofreguidão da posse dos afetos que pensam ou desejam ir adiante, ou sofrem pela constrição da tua presença.

Um dia, separar-te-ás deles pela desencarnação.
Os amores verdadeiros se refarão, os demais serão experiências para o futuro eterno.
Prepara-te a pouco e pouco, para esse momento. Nem apego exagerado, nem indiferença mórbida.
Aumenta as províncias da tua afetividade, libertando-te das amarras que te atam a pessoas e coisas, irrigando mentes e corações que defrontes, com as alegrias que gostarias de gozar, mas que, por enquanto, ainda não podes desfrutar.
Não tomes, assim, dos outros o que te chega tardiamente, nem compliques o amanhã, considerando as dificuldades que hoje te maceram.
E se parecer-te difícil chegar ao fim do compromisso, na atual reencarnação, porque te sintas a sós, reflete na misericórdia de Nosso Pai e nos amores que te esperam, vencida a distância que te separa das praias felizes que atingirás, logo mais, onde estarão os que te precederam e te amam em caráter de totalidade.

CELEIRO DE BENÇÃOS
PSICOGRAFADO POR DIVALDO P. FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO DE JOANNA DE ÂNGELIS



Escrito por EDUARDO BARROS às 14h37
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ALLAN KARDEC


BEZERRA DE MENEZES


MÃE DE JESUS

BICENTENÁRIO DE ALLAN KARDEC

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...Quero dedicar esse blog a minha doce e amada mulher Laura. Agendas e cadernos somem com o tempo... e aqui toda a luz do Espiritismo e o meu amor jamais morrerá para ela.



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