BLOG ESPIRITUALIZADO


SEXO E OBSESSÃO

O sexo é departamento importante no aparelho genésico, criado com a
finalidade específica para a procriação. Quando compreendido nos objetivos para os quais foi elaborado, transforma-se em fonte geradora de felicidade.
Quando aviltado por qualquer manifestação incorreta, faz-se cadeia retentora do ser na passagem sórdida à qual foi atirado.

Com características próprias, em cada fase do processo evolutivo, no ser humano alcança o seu estágio mais elevado, por vincular-se às emoções,
lentamente superando as sensações primárias por onde passou no período inicial da forma animal. Responsável pelos grandes envolvimentos da Arte, na beleza, na fé, no conhecimento científico e filosófico, é de valores ainda não desvelados.

Em razão das reflexões iniciais dos impulsos mais animalizados, vem governando a sociedade humana através dos tempos, constituindo-se instrumento de crimes hediondos e guerras lancinantes, destrutivas, gerando conseqüências imprevisíveis para a sociedade de todas as épocas. Da mesma
forma, produziu manifestações de sentimentos afetivos elebrados em Obras de incomparável beleza, em que a renúncia e a abnegação, o sacrifício e o holocausto se transformaram em opções únicas para dignificá-lo.

Profundamente arraigado na instrumentalidade material, encontram-se seus gêneses no ser profundo, no Espírito que, habituado às suas imposições, transfere de uma para outra existência aspirações e desejos que, não atendidos, se transformam em conflitos para o crescimento interior, e para a
conquista da plenitude. Inegavelmente, na raiz de inumeráveis
aspirações e anseios do coração, encontra-se a libido como desencadeadora de motivações, mesmo que de forma sub-reptícia, o que induziu a Freud a conceder-lhe valor
excessivo. É incontestável a ação do sexo no comportamento da criatura humana, merecendo estudos cuidadosos e enobrecedores, a fim de ser avaliado no grau e significado que possui.

Os seus impulsos e predominância no comportamento são tão vigorosos que vão além do corpo físico e imprimem-se nos tecidos sutis do ser espiritual, continuando com as suas manifestações de variada ordem, exigindo respostas
que, não sendo de superação e sublimação, geram caos emocional e reivinculam o ser ao carro orgânico, que já se consumiu. Mediante à ideoplastia, à fixação nas sensações, revigora a necessidade que se transforma em tormento
no Além Túmulo, conduzindo de volta aos estágios perturbadores da organização somática. É nessa fase, nesse terrível transtorno, que surgem as auto-obsessões, as obsessões que são impostas às criaturas terrenas, que
estagiam na mesma faixa de desejos ou entre os desencarnados do mesmo nível vibratório. Reunidos em grupos afins, as suas exteriorizações morbíficas eliminam as energias de baixa qualidade, que se converte em elemento construtor de regiões infelizes onde enxameiam em convulsões penosas e
retém aqueles que lhe fazem vítimas, demorando-se por tempo indeterminado até à exaustão dos sentidos e o tédio os induzam a mudanças de atitudes, permitindo-se a ajuda do Amor, que os libertará da injunção exaustiva e penosa.

O amor é o mais vigoroso instrumento de incitação para os logros que parecem impossíveis de conquistados. Ele se manifesta através de mil faces, expressando-se em todas as aspirações de enternecimento, da comunhão afetiva, da fusão de sentimentos, que seriam o êxtase da plenitude do sexo
no sentido mais elevado e puro.

Por enquanto, todavia, o sexo tem sido objeto de servidão e de abjeção, manifestando-se na loucura que grassa na Terra, carente de idéias de enobrecimento e repleta de desaires afligentes. Como mecanismo de fuga dos compromissos de luta e de renovação, milhões de criaturas estúrdias e ansiosas, atiram-se aos resvaladouros das paixões sexuais, procurando,
no prazer imediato e relaxante, o que conseguem através dos esforços renovadores do amor sem jaça, do bem sem retribuição. Eis porque, a obsessão do sexo, decorrente do seu uso e sempre exigente de mais prazer, apresenta-se dominadora na sociedade terrestre dos nossos dias. Cada
vez mais chocantes, as suas manifestações alargam-se arrastando jovens e crianças inadvertidos ao paul da depravação, face à naturalidade com que os veículos de comunicação de massa exibem-no em atitudes deploráveis e
aterradoras a princípio, para se tornarem naturais depois, através da saturação e da exorbitância, tornando-se mais grave a situação das suas vítimas, e mais controvertidos os métodos de reeducação e preservação da saúde emocional, psíquica e moral da criatura humana que lhe tomba nas malhas bem delicadas, mas vigorosas.

Simultaneamente, as legiões dos Espíritos viciados e dependentes dos fluidos degenerativos das sensações perversas, sincronizam suas mentes nesses comportamentos doentios, passando a sofrer-lhes as injunções morbosas e
devastadoras. A cada dia mais, difícil se torna a saúde sexual das pessoas, em razão desses fatos e de outros que procedem de reencarnações transatas, nas quais se comprometeram com os usos indevidos da função sexual, ou utilizaram-se do sexo para fins ignóbeis.

Essa atitude gera processos danosos que as afligem, e obrigam-nas a retornar ao proscênio terrestre em situações deploráveis, atormentadas ante a multiplicidade de conflitos de comportamento para logo tombarem nas viciações que ora predominam nos grupamentos sociais, fazendo-se vítimas de
si mesmas, e de outros do mesmo tipo, que se lhes acoplam em processos complexos de obsessões perversas e devastadoras.

Destituído de equipamentos sexuais, o Espírito é neutro na forma de expressão genésica, possuindo ambas as polaridades em que o sexo se apresenta, necessitando, através da reencarnação, de experienciar uma como outra manifestação, a fim de desenvolver sentimentos que são compatíveis com
os hormônios que produzem. Face a essa condição, assume uma ou outra postura sexual, devendo desenvolvê-la e vivenciá-la com dignificação, evitando comprometimentos que exigem retornos dolorosos, ou alterações orgânicas, sem
a perda dos conteúdos emocionais ou psicológicos. Isto equivale a dizer que, toda vez quando abusa de uma função, volta a vivenciá-la, a fim de recuperá-la, mediante processos limitadores, inibitórios ou castradores.
Todavia, se insiste em perverter-se, atendendo mais aos impulsos do que à razão, dominado pelo instinto antes que pelo sentimento, retorna em outra polaridade que não o capacita para a sua manifestação conforme desejara, correndo o risco de canalização das energias de forma equivocada. Em assim
acontecendo, o fenômeno se torna mais grave, produzindo danos perispirituais, que irão exteriorizar-se em transtornos profundos de personalidade e de aparelhagem genética.

Respeito, dignidade e elevação, reflexionar em torno dos objetivos da vida, fazem parte do compromisso para com a existência, sem o que, são programados dores e conflitos muito graves durante o trânsito das reencarnações.



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h28
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ANJOS GUARDIÃES

Inspiram ao desalento mediante insinuações malévolas e constantes, instilando pensamentos desarvorados que se convertem em estado de depressão após o insucesso.

Urdem planos bem trabalhados com que formam redes de intrincados problemas, que atuam à frente das vítimas incautas que lhes padecem a necessidade.

Atiram pessoas-problemas nos braços da ação enobrecida, objetivando situações embaraçosas e perturbadoras.

Criam falsas necessidades mediante o açodar de desejos que dormem, arrojando os a quem perseguem em calabouços de crimes ou dolorosas dependências infelizes.

Geram suspeitas infundadas, semeando dúvidas atrozes nos que acalentam nobres ideais, a fim de que o escalracho esmagador estiole as plântulas débeis da fé, da confiança, da efetividade em começo.

Dialogam pelo pensamento usando técnicas vis através das quais demolem as construções frágeis da conscientização do bem iniciante.

Intoxicam a psicosfera de que se nutrem os seus dependentes psíquicos, neles produzindo indefinível mal estar com que terminam por ceifar-lhes a alegria e o otimismo.

Transmitem sofismas e negações ante os fatos consoladores, utilizando-se de hábil telepatia com que se insinuam na casa mental das pessoas desassisadas, iniciando os torpes processos de obsessão espiritual.

Tais insistentes adversários da paz são os perturbadores espirituais.

São inimigos de ontem, antipatizantes de hoje, instrumentos da vida a benefício da nossa reforma interior.

Ninguém que se encontre na Terra, por enquanto está infenso à sua interferência.

Hábeis, conhecem os pontos vulneráveis daqueles a quem perseguem, comprazendo-se nos ardilosos planos da maldade de que se fazem portadores.

São contumazes nos ouropéis da perfídia e da promoção do sofrimento.

Ignoram, por prazer, a misericórdia e a compaixão.

Estão doentes e fingem não sabe-lo.

Serão colhidos, a seu tempo, pelas injunções das irrefragáveis Leis da evolução.

Não os temas, nem te deixes seduzir pela urdidura da sua perversidade.

Não dês guarida às suas insinuações, nem te deixes abater.

Todos aqueles que se encontram na Terra, salvadas raríssimas exceções, somos espíritos em trânsito da sombra para a plenitude da luz.

Se desejas vibrar em faixa superior à deles, ora mais, reage mais às suas influências mentais e às suas urdiduras pelo caminho por onde segues.

Tens um compromisso superior com o Cristo, e deverás executa-lo a preço do sacrifício e da abnegação.

Enriquece-te do ideal abrasador e transcendente da verdade, que te abre os pórticos da vida mais alta e triunfante, e não tergiverses, não te escuses, não te refugies na fragilidade que é síndrome da imperfeição que deve ser superada.

Quando esteve entre nós, o Excelente Messias não se furtou aos zombadores de um como do outro lado da vida, resistindo a todo o mal, a fim de demonstrar-nos que dificuldade é prova, sofrimento é teste e perturbação é desafio que todos deveremos enfrentrar e vencer a benefício da nossa redenção gloriosa. Faze o mesmo.



Escrito por EDUARDO BARROS às 05h30
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PERSEGUIDORES ESPIRITUAIS

Inspiram ao desalento mediante insinuações malévolas e constantes, instilando pensamentos desarvorados que se convertem em estado de depressão após o insucesso.

Urdem planos bem trabalhados com que formam redes de intrincados problemas, que atuam à frente das vítimas incautas que lhes padecem a necessidade.

Atiram pessoas-problemas nos braços da ação enobrecida, objetivando situações embaraçosas e perturbadoras.

Criam falsas necessidades mediante o açodar de desejos que dormem, arrojando os a quem perseguem em calabouços de crimes ou dolorosas dependências infelizes.

Geram suspeitas infundadas, semeando dúvidas atrozes nos que acalentam nobres ideais, a fim de que o escalracho esmagador estiole as plântulas débeis da fé, da confiança, da efetividade em começo.

Dialogam pelo pensamento usando técnicas vis através das quais demolem as construções frágeis da conscientização do bem iniciante.

Intoxicam a psicosfera de que se nutrem os seus dependentes psíquicos, neles produzindo indefinível mal estar com que terminam por ceifar-lhes a alegria e o otimismo.

Transmitem sofismas e negações ante os fatos consoladores, utilizando-se de hábil telepatia com que se insinuam na casa mental das pessoas desassisadas, iniciando os torpes processos de obsessão espiritual.

Tais insistentes adversários da paz são os perturbadores espirituais.

São inimigos de ontem, antipatizantes de hoje, instrumentos da vida a benefício da nossa reforma interior.

Ninguém que se encontre na Terra, por enquanto está infenso à sua interferência.

Hábeis, conhecem os pontos vulneráveis daqueles a quem perseguem, comprazendo-se nos ardilosos planos da maldade de que se fazem portadores.

São contumazes nos ouropéis da perfídia e da promoção do sofrimento.

Ignoram, por prazer, a misericórdia e a compaixão.

Estão doentes e fingem não sabe-lo.

Serão colhidos, a seu tempo, pelas injunções das irrefragáveis Leis da evolução.

Não os temas, nem te deixes seduzir pela urdidura da sua perversidade.

Não dês guarida às suas insinuações, nem te deixes abater.

Todos aqueles que se encontram na Terra, salvadas raríssimas exceções, somos espíritos em trânsito da sombra para a plenitude da luz.

Se desejas vibrar em faixa superior à deles, ora mais, reage mais às suas influências mentais e às suas urdiduras pelo caminho por onde segues.

Tens um compromisso superior com o Cristo, e deverás executa-lo a preço do sacrifício e da abnegação.

Enriquece-te do ideal abrasador e transcendente da verdade, que te abre os pórticos da vida mais alta e triunfante, e não tergiverses, não te escuses, não te refugies na fragilidade que é síndrome da imperfeição que deve ser superada.

Quando esteve entre nós, o Excelente Messias não se furtou aos zombadores de um como do outro lado da vida, resistindo a todo o mal, a fim de demonstrar-nos que dificuldade é prova, sofrimento é teste e perturbação é desafio que todos deveremos enfrentrar e vencer a benefício da nossa redenção gloriosa. Faze o mesmo.



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h29
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TERAPIA DA ORAÇÃO

Recurso valioso para todo momento ou necessidade, a oração encontra-se ao alcance de quem deseja paz e realização, alterando para melhor os fatores que fomentam a vida e facultam o seu desenvolvimento.

A oração é o instrumento pelo qual a criatura fala a Deus, e a inspiração lhe chega na condição de divina resposta.

Quando alguém ora, luariza a paisagem mental e inunda-se de paz, revitalizando os fulcros da energia mantenedora da vida.

A oração sincera, feita de entrega íntima a Deus, desenvolve a percepção de realidades normalmente não detectadas, que fazem parte do mundo extrafísico.

O ser material é condensação do energético, real, transitoriamente organizado em complexos celulares para o objetivo essencial da evolução. Desarticulando-se, ou sofrendo influências degenerativas, necessita de reparos nos intrincados mecanismos vibratórios, de modo a recompor-se, reequilibrar-se e manter a harmonia indispensável, para alcançar a finalidade a que se destina.

O psiquismo que ora, consegue resistências no campo de energia, que converte em forças de manutenção dos equipamentos nervosos funcionais da mente e do corpo.

A oração induz à paz e produz estabilidade emocional, geradora de saúde integral.

A mente que ora, sintoniza com as Fontes da Vida, enriquecendo-se de forças espirituais e lucidez.

Terapia valiosa, a oração atrai as energias refazentes que reajustam moléculas orgânicas no mapa do equilíbrio físico, ao tempo que dinamiza as potencialidades psíquicas e emocionais, revigorando o indivíduo.

Quando um enfermo ora, recebe valiosa transfusão de forças, que vitalizam os leucócitos para a batalha da saúde e sustentação dos campos imunológicos, restaurando-lhes as defesas.

O indivíduo é sempre o resultado dos pensamentos que elabora, que acolhe e que emite.

O pessimista autodestrói-se, enquanto o otimista auto-sustenta-se.

Aquele que crê nas próprias possibilidades desenvolve-as, aprimora-as e maneja-as com segurança.

Aqueloutro que duvida de si mesmo e dos próprios recursos, envolvendo-se em psicosfera perturbadora, desarranja os centros de força e exaure-se, especialmente quando enfermo. Assemelha-se a uma vela acesa nas duas extremidades, que consome duplamente o combustível que sustenta a luz, até sua extinção.

A mente que se vincula à oração ilumina-se sem desprender vitalidade, antes haurindo-a, e mais expandindo a claridade que possui.

Envolvendo-se nas irradiações da oração a que se entregue, logrará o ser enriquecer-se de saúde, de alegria e paz, porquanto a oração é o interfone poderoso pelo qual ele fala a Deus, e por cujo meio, inspirado e pacificado, recebe a resposta do Pai.

Ao lado, portanto, de qualquer terapia prescrita, seja a oração a de maior significado e a mais simples de ser utilizada.



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h38
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A BENÇÃO DO TRABALHO

“647. A necessidade do trabalho é lei da Natureza?
“O trabalho é lei da Natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos.”

“657. Por trabalho só devem entender as ocupações materiais?
“Não; o Espírito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec

Sob pretexto algum te permitas o hora vazia.

Justificando cansaço ou desengano, irritabilidade ou enfado, desespero íntimo ou falta de estímulo, evita cair no desânimo que abre claros na ação do bem, favorecendo a inutilidade e inspirando as idéias perniciosas.

Se supões que todos se voltam contra os seus propósitos superiores, insiste na atividade, que falará com mais eficiência do que tuas palavras.

Coagido pela estafa, muda de atitude mental e renova a tarefa, surpreendendo-te com motivação nova para o prosseguimento ideal.

Vitimados por injunções íntimas, perturbadoras, que se enraízam no teu passado espiritual, redobra reforços e atua confiante.

O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.

O momento perigoso para o cristão decidido é o do ócio, não o do sofrimento nem o da luta áspera.

Na ociosidade surge e cresce o mal. Na dor e na tarefa fulguram a luz da oração e a chama da fé.

Maledicências e intrigas, vaidades e presunções, calúnias e boatos, despeito e descrédito, inquietação e medo, pensamentos deprimentes e tentações nascem e se alimentam durante a hora vazia.

Os gérmens criminógenos de muitos males que pesam negativamente sobre a economia da Sociedade se desenvolveram durante os minutos de desocupação e ociosidade.

Os desocupados jamais dispõem de tempo para o próximo, atarantados pela indolência e pela inutilidade que fomentam o egoísmo e desenvolvem a indiferença.

* * *

O trabalho se alicerça nas leis de Amor que regem o universo.

Trabalha o verme no solo, o homem na Terra e o Pai nas Galáxias.

A vida é um hino à dinâmica do trabalho.

Não há na Natureza o ócio.

O aparente repouso das coisas traduz a pobreza dos sentidos humanos.

A vida se agita em toda parte.

O movimento é lei universal em tudo presente.

Não te detenhas a falar sobre o mal. Atua no bem.

Não te escuses à glória de trabalhar pelo progresso de todos, do que resultará a tua própria evolução.

Cada momento sabiamente aproveitado adiciona produtividade na tua sementeira de esperança.

O trabalho de boa procedência em qualquer direção produz felicidade e paz.

Dele jamais te arrependerás.

Não esperes recompensa pela sua execução.

Produze pela alegria de ser útil e ativo, içando o coração a Jesus, que sem desfalecimento trabalha por todos nós, como o Pai Celeste que até hoje também trabalha.



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h41
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JESUS E O EVANGELHO A LUZ DO ESPIRITISMO
(Psicografia de Divaldo Franco)

No livro Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, psicografado por Divaldo Franco, ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis, a autora espiritual apresenta, numa análise cuidadosa, a perfeita identificação da personalidade singular de Jesus com os dois conteúdos psicológicos do animus com a anima, conforme postula a psicologia profunda moderna, o que dEle fez o ser ideal e modelar para a humanidade.

O livro ainda projeta luz sobre a sombra coletiva e a individual que dominava os Seus dias e os Seus conterrâneos, gerando dificuldade para o Seu ministério.

Joanna de Ângelis firma sua análise nas excelentes colocações expostas por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, comenta um item de cada capítulo desse livro que alicerça a doutrina espírita, conclamando o indivíduo à mudança de comportamento e de atitudes perante a vida, para entregar-se confiante à construção da própria e da felicidade geral.

Jesus cindiu o lado escuro da sociedade e das criaturas

Escreve a autora: "Vivendo numa época em que predominava a ignorância em forma de sombra individual e coletiva, qual ocorre também nestes dias, embora em menor escala, Jesus cindiu o lado escuro da sociedade e das criaturas, iluminando as consciências com a proposta de libertação pelo conhecimento da verdade e integração nos postulados soberanos do amor (...) "Exemplo de perfeita identificação da anima com o animus, Ele é todo harmonia que cativa e arrebata as multidões".

Referências históricas sobre Jesus

Lembra a autora espiritual que, historicamente, são muito escassas as referências a Jesus.

"Flávio Josefo, por exemplo, historiador do povo hebreu, ao terminar o século I, por ocasião do ano 62, quando foi lapidado o discípulo Tiago, informou com expressiva síntese: Tiago, o irmão de Jesus, chamado Cristo, aí encerrando a breve referência.

"Posteriormente, na sua obra Antiguidades Judaicas, entreteceu mais amplas considerações, que parecem haver sido melhoradas: Nesta época viveu Jesus, um homem excepcional, porque realizava coisas prodigiosas. Conquistou muitos adeptos entre os judeus e até entre os helenos. Quando, por denúncia dos notáveis, Pilatos o condenou à cruz, os que lhe tinham dado afeição não deixaram de o amar, porque ele apareceu-lhes ao terceiro dia, de novo vivo, como os divinos profetas o haviam declarado. Nos nossos dias ainda não acabou a linhagem dos que, por causa dele, se chamam cristãos.

"No século II, Tácito, famoso historiador romano, nos seus Anais, retratou as justificações de Nero a respeito do incêndio da Cidade, que ficou devastada no ano 64 d.C., através das seguintes palavras: Nero procurou os culpados e inflingiu refinados tormentos àqueles que eram detestados pelas suas abominações e a que a multidão chamava cristãos. Este nome vem de Cristo, que o procurador Pôncio Pilatos entregou ao suplício.

"Mais tarde, em memorável carta ao imperador Trajano, Plínio, o Jovem, comentando os ritos cristãos, detalhou: Reúnem-se numa data fixa, antes do nascer do Sol, e cantam entre eles um hino ao Cristo como a um deus. Comprometem-se sob juramento a não cometer roubos, assaltos ou adultério, e a nunca abdicarem da fé.

"Não obstante, das inexauríveis fontes do Mundo Espiritual nunca cessaram as informações sobre a Sua estada entre os homens e a Sua permanência aguardando que se opere a transformação das criaturas e da sociedade em consonância com os Seus ensinamentos".

O legado de Jesus à humanidade

Joanna de Ângelis lembra que o legado deixado por Jesus para a humanidade —Ele que nada escreveu— experimentou rudes alterações através dos evos. "A princípio, pela dificuldade de ser traduzido corretamente do hebraico, havendo passado para o grego, e posteriormente para o latim, que facultava muita obscuridade nos textos, foi apresentado em diversos fragmentos e interpretações que ficaram denominados como itálicos, cabendo ao papa Dâmaso solicitar a S. Jerônimo que empreendesse a grande tarefa de revisão do Novo Testamento e do Saltério, para o latim, o que ocorreu em Roma em 383. Após a desencarnação do papa, seu protetor, S. Jerônimo se refugiou em Belém para dar prosseguimento à obra, revendo o texto da tradução latina, comparando-a com o grego, afim de aperfeiçoá-la e apresentando-a como definitiva, alongando-se o mesmo trabalho pelo Velho Testamento.

"No entanto, esse labor hercúleo, mesmo enquanto se encontrava no corpo o seu tradutor, foi contestado por S. Agostinho, para ser adotado por todos os povos cristãos, mais tarde, a partir do Século VIII.

"Sucessivamente os Concílios foram apresentando alterações, correções, interpolações, que mutilaram muitos conceitos do Mestre e geraram grandes perturbações, a fim de atenderem a interesses inconfessáveis de indivíduos e grupos políticos durante o largo período dos imperadores romanos...

"Permaneceu, no entanto, a essência dos Seus ensinos, que se encontram sintetizados no Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo."

O Terapêuta Excelente

A autora espiritual esclarece que utilizou de alguns dos textos da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, com as respectivas anotações dos evangelistas, para propor breves comentários à luz da psicologia profunda, por considerar de grande atualidade as propostas nele exaradas.

Segundo ela, a essência da obra "são anotações de alguém interessado em contribuir com alguns esclarecimentos de utilidade para os momentos que se vivem na Terra em plena convulsão moral e espiritual, no grande trânsito que se opera para a mudança de mundo de provas e expiações, para mundo de regeneração.

Esclarece ainda a autora que, sem veleidades de especialistas em psicologia profunda, espera que a contribuição possa despertar estudiosos dessa área para atualização dos ensinamentos de Jesus, e aproveitamento das questões por Ele abordadas, na sua condição de Amigo Inconfundível e Terapeuta Excelente que é, inspirador e guia em nossa incessante busca do autoburilamento e da auto-iluminação, que nos são necessários.

Despertar para a vida é imperativo de urgência, que não podes desconsidera.



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h38
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CORRETA VISÃO DA VIDA
(Psicografia de Divaldo Franco)

Quando a criatura se resolve por diluir o véu da ignorância, que encobre a realidade da vida espiritual, começa a libertar-se da mais grave cegueira, que é a propiciada pela vontade.

Cegos não são apenas aqueles que deixaram de enxergar; senão todos quantos se recusam a ver, sendo piores os que fogem das evidências a fim de permanecerem na escuridão.

A vida, por sua própria gênese, é de origem metafísica, possuindo as raízes poderosamente fincadas no mundo transcendental, que é o causal. Expressando-se na condensação da energia, que se apresenta em forma objetiva, não perde o seu caráter espiritual; pelo contrário, vitaliza-se por seu intermédio.

Quando a consciência acorda e as interrogações surgem, aguardando respostas, as contingências do prazer fugaz e sem sentido cedem lugar a necessidades legítimas, que são as responsáveis pela estruturação do ser profundo, portanto, imortal.

Simultaneamente, os valores éticos se alteram, surgindo novos conceitos e aspirações em favor dos bens duradouros, que são indestrutíveis, e passíveis de incessantes transformações para melhor, na criatura.

Desperta-se-lhe então a responsabilidade, e a visão otimista do progresso assenhoreia-se de sua mente, estimulando-a a crescer sem cessar. A sensibilidade se lhe aprimora e seu campo de emoções alarga-se, enriquecendo-se de sentimentos nobres, que superam as antigas manifestações inferiores, tais o azedume, a raiva, o ressentimento, a amargura, a insatisfação...

Porque suas metas são mediatas, a confiança aumenta em torno da Divindade e as realizações fazem-se primorosas, conquistando sabedoria e amor, de que se exorna a fim de sentir-se feliz.

Quando a criatura se encontra com a realidade espiritual, toda uma revolução se lhe opera no mundo interior.

Dulcifica-se o seu modo de ser e torna-se afável.

Tranqüiliza-se ante quaisquer acontecimentos, mesmo os mais desgastantes, porque sabe das causalidades que elucidam todos os efeitos.

Nunca desanima, porque suas realizações não aguardam apoio ou recompensas imediatas.

Identifica no serviço do bem os instrumentos para conseguir a perfeita afinidade com o amor, e doa-se.

Na meditação em torno dos desafios existenciais ilumina-se, crescendo interiormente, sem perigo de retrocesso ou parada.

Descobre no século os motivos próprios para a evolução e enfrenta-os com alegria, dando-se conta que viver, no mundo, é aprender sempre, utilizando com propriedade cada minuto e acontecimento do cotidiano.

Usa as bênçãos da vida, porém, não abusa, de cada experiência retirando lições que incorpora às aquisições permanentes.

Acalma as ansiedades do sentimento, por compreender que tudo tem seu momento próprio para acontece; e somente sucede aquilo que se encontra incurso no processo da evolução.

Aprende a silenciar, eliminando palavras excessivas na conversação, e, logrando equilíbrio mental, produz o silêncio mais importante.

Solidário em todas as circunstâncias, não se precipita, nem recua.

Conquista a paz e torna-se irmão de todos.

Quando a criatura compreende que se encontra na Terra em trânsito, realizando um programa que se estenderá além do corpo, na vida espiritual, realiza o autoencontro, e, mesmo quando experimenta o fenômeno da morte, defronta a vida sem sofrer qualquer perturbação ou surpresa, mergulhando na Amorosa Consciência Cósmica.

Certamente, pensando em tal realidade, propôs Jesus. - Busca primeiro o Reino de Deus e Sua justiça, e tudo mais te será acrescentado.

Despertar para a vida é imperativo de urgência, que não podes desconsiderar.



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h57
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ALLAN KARDEC


BEZERRA DE MENEZES


MÃE DE JESUS

BICENTENÁRIO DE ALLAN KARDEC

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...Quero dedicar esse blog a minha doce e amada mulher Laura. Agendas e cadernos somem com o tempo... e aqui toda a luz do Espiritismo e o meu amor jamais morrerá para ela.



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