BLOG ESPIRITUALIZADO


AMOR E SABEDORIA DE CHICO XAVIER

Nosso querido conterrâneo Adelino da Silveira, em seu livro Momentos com
Chico Xavier, num esforço de recolher apontamentos e passagens da vida do
grande médium, brinda o leitor com palavras que são verdadeiro alimento
espiritual. Vejamos algumas dessas máximas de sabedoria e amor.

Disse o Chico:

NÃO SE SENTE CAÍDO
"Tudo o que Jesus falou no Sermão da Montanha foi ao coração, ao sentimento.
Não disse nada ao raciocínio, porque é pela inteligência que caímos. Ele não
disse: Bem-aventurados os inteligentes. Chegou mesmo, certa vez, a dar
graças ao Pai por ter ocultado os segredos do céu aos sábios e inteligentes.
Quem cai pelo amor, o próprio motivo da queda faz que se reerga, mas quem
cai pela inteligência não se sente caído."
JUSTIÇÃ E MISERICÓRDIA
"Toda vez que a Justiça Divina nos procura para acerto de contas, se nos
encontra trabalhando em benefício dos outros, manda a Misericórdia Divina
que a cobrança seja suspensa por tempo indeterminado."
RESPOSTA DIVINA
"O Velho Testamento, que é a palavra dos profetas, é o homem desesperado com
os problemas da vida criados por ele mesmo, batendo à porta de Deus."
O Novo Testamento, contendo os ensinamentos de Jesus, é a resposta de Deus
ao homem de todos os tempos. "
O EVANGELHO E O ACASO
"Toda vez que as circunstâncias te induzam a ouvir as verdades do Evangelho,
não penses que o acaso esteja presidindo a semelhantes eventos. Forças
divinas estarão agindo a fim de que te informes quanto ao teu próprio
caminho."
O REINO DE DEUS
"O Reino de Deus estará constituído quando pudermos entender Deus como Jesus
O entende. É o mesmo que construir uma estação receptora dentro de nós a
ponto de receber uma mensagem diretamente da Divindade."
MEDIDA SANEADORA
"O sexo é um santuário, tanto é um santuário que Deus permitiu que ele
governasse a encarnação. Proteger e preservar o sexo é obrigação e medida
saneadora de distúrbios mentais."
NÃO VEM DE DEUS
"Toda vez que descuidamos do patrimônio do corpo, abusando e afrontando os
perigos da vida e chegamos à morte, esta morte não vem de Deus.
Tudo o que vem de Deus, vem devagar."
PERANTE O SOFRIMENTO
"O espírita chora escondido. Depois, lava o rosto e vai atender a multidão
sorrindo."
EVANGELIZAR, CONSOLAR E ESCLARECER
"O Centro Espírita foi feito para evangelizar, consolar e esclarecer."
ALÉM DO CANSAÇO
"Outro dia me perguntaram por que eu continuo trabalhando, apesar da
enfermidade, das limitações. Respondi:
— Estou doente, mas ainda não cheguei à inutilidade. Ou fazemos ou fica por
fazer. Ninguém pode fazer o que temos que fazer. A gente tem que agüentar.
A desistência do dever gera um complexo de culpa muito grande."



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h11
[ ] [ envie esta mensagem ]


MISSÃO PROVIDENCIAL DO ESPIRITISMO NÃO É EXIBIR FENÔMENOS

Conforme previra Allan Kardec, o espiritismo, embora possua um campo vastíssimo para observações fenomênicas, não tem triunfado da incredulidade mediante a produção de prodígios, mas sim, pela multiplicação de seus benefícios morais. Se os incrédulos não admitem os prodígios, conhecem, como todo mundo, o sofrimento e as aflições, e ninguém recusa alívio e consolação.

Ao contrário, diz o codificador, os que não podem ver no espiritismo senão efeitos materiais não podem compreender seu poder moral. Também os incrédulos, que só o conhecem por fenômenos dos quais não admitem a causa primeira, só vêem nos espíritas, mágicos e charlatães.

O VERDADEIRO PODER DO BEM

Lembra-nos Allan Kardec que, de todos os fatos que testemunham o poder de Jesus, os mais numerosos, sem contradita, são as curas. Ele queria provar por isso que o verdadeiro poder era o do bem, que sua finalidade era de se tornar útil, e não de satisfazer a curiosidade dos indiferentes, mediante fenômenos extraordinários.

JESUS SUBJULGAVA AS PESSOAS PELO CORAÇÃO

Jesus, lembra-nos o codificador, ao aliviar os sofrimentos, ele subjugava para si as pessoas pelo coração, e fazia para si prosélitos mais numerosos e mais sinceros do que o teria conseguido pelo espetáculo oferecido à satisfação dos olhos. Por esse meio ele se fazia amar. Ao contrário, se houvesse limitado a produzir efeitos materiais surpreendentes, como lhe pediam os fariseus, a maior parte não teria visto nele senão um feiticeiro e um hábil mágico, a quem os desocupados iriam ver para se distraírem.

CARÁTER DA MISSÃO DIVINA DE JESUS

Reflete ainda, Allan Kardec, que quando João Batista lhe envia seus discípulos para lhe perguntar se ele era o Cristo, a resposta não foi: "Eu o sou", pois todo e qualquer impostor poderia dizer o mesmo. Ele não fala de prodígios, nem de coisas maravilhosas, mas lhes responde simplesmente: "Ide dizer a João: Os cegos vêem, os doentes são curados, os surdos ouvem, o Evangelho é anunciado aos pobres." Isso era o mesmo que lhes dizer: "Reconhecei minhas obras, julgai a árvore pelo seu fruto," pois aí está o verdadeiro caráter de sua missão divina.

MISSÃO DO ESPIRITISMO É CURAR AS MOLÉSTIAS MORAIS

É também pelo bem que pratica, que o espiritismo prova sua missão providencial, enfatiza o educador de Lyon. Ele cura os males físicos, mas cura sobretudo as moléstias morais e aí estão os maiores prodígios mediante os quais ele se afirma. Seus mais sinceros adeptos não são aqueles que foram atingidos pela observação de fenômenos extraordinários, mas aqueles que foram tocados no coração, pelo conforto; aqueles que foram libertados das torturas da dúvida; aqueles cuja coragem foi revelada nas aflições, que hauriram forças na certeza do futuro que lhes foi revelado, no conhecimento de seu ser espiritual e de seu destino. Eis aqueles cuja fé é inquebrantável porque sentem e compreendem.



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h07
[ ] [ envie esta mensagem ]


UM SINAL DE MÁ INFLUÊNCIA ESPIRITUAL

Às vezes, quando a gente quer acertar a gente erra.

Isto acontece toda vez em que as garras dissimuladas do orgulho e da vaidade turvam nosso claro discernimento, deturpando nossas intenções. Isso acontece, freqüentemente, ao longo de nosso infinito processo de auto-educação espiritual. E não querer admitir isso já é um mal sinal.

Em discurso a companheiros de ideal, por ocasião de sua viagem espírita em 1862, o codificador faz alusão às três categorias de espíritas:

1.- Os que crêem pura e simplesmente nos fenômenos das manifestações mas que deles não deduzem qualquer conseqüência moral;

2.- Os que percebem o alcance moral, mas o aplicam aos outros e não a si mesmos;

3.- Os que aceitam pessoalmente todas as conseqüências da doutrina e que praticam ou se esforçam por praticar sua moral.

E assim, ele discorre, aprofundando o tema já bem conhecido dos espíritas.

O LAMENTÁVEL ENGODO DA FASCINAÇÃO

Mas interessante é o ponto em que ele se detém numa categoria de pessoas (médiuns) irascíveis que, não sendo interesseiros, pelo contrário, desinteresseiros, materialmente falando-se, tornam-se equivocados em conseqüência do lamentável engodo da fascinação.

Considerando que todos somos médiuns em maior ou menor grau e que o pensamento irradiado gera um campo de influência emissora e ao mesmo tempo receptora, apliquemos a nós próprios, e não aos outros, essas advertências do missionário do espiritismo:

"Por orgulho estes médiuns (ou pessoas) estão de tal forma persuadidos de que tudo quanto recebem (ou concebem) é sublime e só pode vir dos espíritos superiores, que se irritam com a menor observação crítica, a ponto de se malquistarem com seus amigos quando estes têm a inabilidade de não admirar o que lhes parece absurdo".

Aqui nos enquadramos, quase em esmagadora maioria, em diferentes níveis, através de nossa pertinaz irritação com a menor observação crítica, com a desapreciação aos próprios companheiros de ideal, com o íntimo inconformismo ao não sermos notados e admirados.

PROVA DA INFLUÊNCIA

Prossegue o codificador: "Nisto reside a prova da má influência que os domina, pois, supondo-se que, por falta de capacidade de julgamento ou de conhecimento não fossem capazes de enxergar claro, este não constituiria um motivo para se porem de prevenção contra os que não se acham em idêntica posição. Todavia essa é a tarefa dos espíritos obsessores que, para melhor manter o médium (ou o grupo) sob sua dependência, induzem-no ao afastamento, mesmo à aversão por quem quer que possa lhes abrir os olhos."

Obviamente, tudo aqui acontece de forma muito sutil, ao longo do tempo e da ausência de vigilância que resulta em perda do discernimento.

E aí entra a história do "reino desunido" a que se referia Jesus. Daí a fonte de todo isolamento, das cizânias espalhadas, das incongruências doutrinárias, do eu-estou-certo-e-você-está-errado, das disputas por hegemonia e poder temporal, dos grandes potenciais mediúnicos que repentinamente abandonam o trabalho hoje para caírem, fragorosamente, amanhã... dos desentendimentos nos centros e no próprio movimento espírita... das deserções mal esclarecidas...

EXCESSIVA SUSCETIBILIDADE

Mas o codificador não pára por aqui. Ele ainda enumera uma categoria de médiuns (ou trabalhadores espíritas) em que, também, cada um de nós se enquadra, em menor ou maior grau, em tal ou qual situação, porque nossos estudos não visam analisar os outros, mas a nós mesmos.

"Há ainda os que são dotados de uma suscetibilidade levada ao excesso. Agastam-se com as mínimas coisas, mesmo com o lugar que lhes é destinado em uma reunião, se este não é de bastante evidência, com a ordem estabelecida para a leitura das comunicações, ou com o fato de se recusar a leitura daquelas cujo tema não parece oportuno no momento. Alguns aborrecem-se quando não são convidados, com bastante insistência, a dar o seu concurso, outros se agastam porque a ordem dos trabalhos é invertida, de modo a não favorecer suas conveniências. Há os que gostariam de se considerar médiuns titulares de um grupo ou de uma sociedade, ser aí senhores de baraço e cutelo, pretendendo que seus espíritos guias sejam tomados por árbitros infalíveis de todas as questões, etc... etc... Esses motivos são tão pueris e tão mesquinhos, que nenhum deles ousa confessá-los. Mas nem por isso deixam de constituir uma fonte de surda animosidade que, cedo ou tarde, se trai, ou pelas mal-querenças, ou pelo afastamento. Sem ter razões ponderáveis a oferecer, muitos põem de lado os escrúpulos e apresentam pretextos ou alegações imaginárias".

SEM DAR IMPORTÂNCIA A MÉDIUNS QUE ANTES CONSTITUEM UM ENTRAVE QUE UM RECURSO

Allan Kardec, por não conformar-se às pretensões deste tipo de médiuns, os suscetíveis, inúmeras vezes os vê se afastarem das tarefas, simplesmente dando-lhe às costas, proferindo acusações injustas às suas atitudes de serena precaução ao bom andamento dos trabalhos da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

QUALIDADE DOS MÉDIUNS VERDADEIRAMENTE ÚTEIS A UM GRUPO

Em sua difícil tarefa de sedimentar as bases da doutrina dos espíritos em seu aspecto prático, o codificador buscou ater-se e a estimular a qualidade dos médiuns verdadeiramente úteis. Adverte ele: "Pondo-se de lado o grau da faculdade, as qualidades de um bom médium são a modéstia, a simplicidade e o devotamento. Deve oferecer seu concurso tendo em vista ser útil e não para satisfazer a sua vaidade. Não deve nunca ater-se às comunicações que recebe pois, de outra forma, poderia fazer crer que nelas põe algo de seu, algo que tem interesse em defender. Deve aceitar a crítica, mesmo solicitá-la, e se submeter às advertências da maioria sem intenções calculadas. Se o que recebe é falso, mau, detestável, tudo isso é preciso que se lhe diga sem receio de feri-lo, e mesmo na certeza de que tal não ocorrerá. Eis os médiuns verdadeiramente úteis a um grupo e com os quais nunca teremos motivos de descontentamentos, pois que bem compreendem a doutrina. São, igualmente esses que recebem as melhores comunicações, uma vez que não se deixam dominar pelos espíritos orgulhosos. Os espíritos melindrosos os receiam, pois que se reconhecem impotentes para deles abusar. Quanto aos outros, ou não compreendem a doutrina ou não a querem compreender".



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h06
[ ] [ envie esta mensagem ]


O ESPIRITISMO E OS CONFLITOS NECESSÁRIOS

Já nos primórdios da codificação o espírito de Erasto não esconde a Kardec o fato evidente de que, em muitos sentidos, o principal obstáculo contra a disseminação do espiritismo se encontra dentro do próprio movimento nascente

Quando redigimos artigos sobre a complexa questão da mediunidade, partimos do princípío de que somos muito falhos de entendimento e de discernimento, no que se refere aos postulados e às práticas espíritas, sobretudo, no difícil campo da mediunidade.

Sim, porque a doutrina espírita, assim como a mensagem do Cristo, são um enorme desafio às nossas fraquezas morais, nossos lastimáveis agregados psicológicos profundos, tendências infelizes dos mais variados matizes. E não temos nenhum zêlo ou falso pudor em admitir isso, de forma muito bem clara e assumida.

SEM MEDO DE VESTIR A "CARAPUÇA"

A carapuça serve sempre para nós mesmos que escrevemos, falamos, comentamos, trabalhamos pela edificação moral própria e alheia pelas vias do espiritismo. A carapuça será sempre para nós mesmos, até que estejamos isentos, um dia, por conseqüência dos frutos meritoriamente colhidos na longa estrada da evolução.

Espantosamente atual, o teor desta comunicação visava delinear, à época de Allan Kardec, os percalços pelos quais atravessaria a propagação da idéia espírita.

Erasto não esconde, na presente abordagem, o fato evidente de que em muitos sentidos, o principal obstáculo contra essa disseminação se encontra dentro do próprio movimento nascente.

Façamos mais este estudo, pois, com a idéia de vestir, assumidamente, a carapuça que nos cabe, e não com a idéia de que os outros deveriam vesti-la. Assim, estaremos realmente aproveitando apropriadamente o teor da oportuna comunicação.

E, para dizer a verdade, o assunto, mais uma vez, refere-se à obsessão —esta pouco compreendida e intrincada interação, em moldes mentais-emocionais infelizes— entre homens e espíritos.

A PROVAÇÃO MAIS PERIGOSA QUE O ESPIRITISMO DEVERÁ SOFRER

Há no momento uma recrudescência de obsessão, resultado da luta que, inevitavelmente, devem sustentar as idéias novas contra seus adversários encarnados e desencarnados. Habilmente explorada pelos inimigos do Espiritismo, a obsessão é uma das provações mais perigosas que ele terá de sofrer, antes de se fixar de maneira estável no espírito das populações.

Assim, deve ser combatida por todos os meios possíveis e, sobretudo, pela prudência e pela energia de vossos guias espirituais e terrestres.

A CAUSA PRESUNÇOSA  E O MODESTO PAPEL DO OBREIRO

De todos os lados surgem médiuns com supostas missões, chamados, ao que dizem, a tomar em mãos a bandeira do Espiritismo e plantá-la sobre as ruínas do velho mundo, como se nós viéssemos destruir, nós que viemos para construir.

Não há individualidade, por medíocre que seja, que não tenha encontrado, como Macbeth, um espírito para lhe dizer: "Tu também serás rei", e que não se julgue designada a um apostolado muito especial. Há poucas reuniões íntimas e, mesmo, grupos familiares, que não tenham contado entre os seus médiuns ou seus simples crentes, uma alma bastante enfatuada para se julgar indispensável ao sucesso da grande causa, muito presunçosa para se contentar com o modesto papel de obreiro, trazendo a sua pedra ao edifício. Ah! meus amigos! Quantas moscas no coche!

PERIGOSA TENTAÇÃO - O FOMENTO DAS MEDIUCRIDADES RESULTANTES DO AMOR-PRÓPRIO E DO ORGULHO

Quase todos os médiuns, (todos os sensitivos) em seu início, são submetidos a essa perigosa tentação. Alguns resistem; mas muitos sucumbem, ao menos por algum tempo, até que choques sucessivos venham desiludi-los.

Porque permite Deus uma prova tão difícil, senão para provar que o bem e o progresso não se instalam sem trabalho e sem luta, para tornar a vitória da verdade mais brilhante pelas dificuldades da luta? E que querem certos espíritos da erraticidade fomentando entre as mediocridades da encarnação essa exaltação do amor-próprio e do orgulho, senão entravar o progresso? Sem o querer, são instrumentos da provação que porá em evidência os bons e os maus servos de Deus.

MÉDIUNS E INSPIRAÇÕES

Tanto é a modéstia o apanágio dos médiuns escolhidos pelos bons espíritos, quanto o orgulho, o amor-próprio e, digamo-lo, a mediocridade são os distintivos dos médiuns inspirados pelos espíritos inferiores; tanto os primeiros desprezam as comunicações que recebem, quando estas se afastam da verdade, quanto os últimos mantêm contra todos a superioridade do que lhes é ditado, mesmo quando absurdos.

MAIS IMPORTANTE QUE MÉDIUNS E FENÔMENOS É A PUREZA MORAL ENSINADA NAS MENSAGENS

Além disso, espíritas, que vos importam os médiuns se, afinal de contas, não passam de instrumentos! O que deveis considerar é o valor, é o alcance dos ensinamentos que vos são dados; é a pureza da moral que vos é ensinada; é a clareza, é a precisão das verdades que vos são reveladas; é, enfim, ver se as instruções que vos dão correspondem às legítimas aspirações das almas de escol e se são conformes às leis gerais e imutáveis da lógica e da harmonia universal.

OS ESPÍRITOS IMPERFEITOS REPRESENTAM UM PAPEL DE APÓSTOLOS JUNTO A SEUS OBSEDADOS

Os espíritos imperfeitos representam um papel de apóstolo junto a seus obsedados, bem sabeis, não tem o menor escrúpulo em enfeitar-se com os mais venerados nomes. Assim, seria uma infelicidade, se eu, que sou um dos últimos e mais obscuros discípulos do "Espírito de Verdade", me lamentasse do abuso que alguns fizeram em meu modesto nome. Assim, repetirei incessantemente o que dizia a meu médium, há dois anos: "Jamais julgueis uma comunicação mediúnica pelo nome que a assina, mas apenas por seu conteúdo intrínseco."

CONFLITO NECESSÁRIO

Esse conflito é inevitável, porque o homem é manchado de muito orgulho e egoísmo, para aceitar sem oposição uma verdade nova qualquer; digo mesmo que esse conflito é necessário, porque é o atrito que desfaz as idéias falsas e faz ressaltar a força das que resistem. Em meio a esta avalanche de mediocridades, de impossibilidades e de utopias irrealizáveis, a verdade esplêndida espalhar-se-á na sua grandeza e na sua majestade.

Erasto



Escrito por EDUARDO BARROS às 00h04
[ ] [ envie esta mensagem ]


OS TRÊS TIPOS DE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS

Allan Kardec deixou muito bem claro, na última parte de O Livro dos Médiuns, a importância, mas, também, os cuidados necessários, para se obter bom desempenho e segurança nos procedimentos de intercâmbio com os espíritos, através de reuniões levadas a efeito pelas sociedades espíritas.

Segundo o objetivo dos grupos que promovem essas reuniões, o codificador classificou-as em três tipos: frívolas, experimentais ou instrutivas. Assim, predetermina-se, antecipadamente, o tipo de comunicação a ser estabelecida, a partir do motivo intencional. O objetivo que anima essas reuniões frívolas gera um "campo de contato" de baixo nível moral, e, conseqüentemente, o grupo expõe-se a comunicações com inteligências espirituais levianas, mistificadoras e perturbadoras.

REUNIÕES FRÍVOLAS

Tais tipos de contatos caracterizam-se pela leitura de sorte ou previsões, curiosidade ociosa, normalmente voltada a interesses escusos e imediatistas, misticismo chulo, calcado no ego fascinado com o "maravilhoso" e o "sobrenatural".

Referindo-se a esses contatos, o codificador adverte: "O simples bom-senso diz que os espíritos elevados não podem vir em tais reuniões, onde os espectadores não são mais sérios do que os atores".

REUNIÕES EXPERIMENTAIS

Tem por finalidade a produção de manifestações físicas. "Para muitas pessoas", explica o codificador, "é um espetáculo mais curiosos do que instrutivo". Sim, porque, os incrédulos saem mais admirados do que convencidos, sempre desconfiados de que na produção do fenômeno há qualquer tipo de fraude. Mas foram essas reuniões de experimentação que fizeram descobrir as leis que regem o mundo invisível, embora, somente o estudo desses princípios pode levar à compreensão e a um melhor aproveitamento.

REUNIÕES INSTRUTIVAS

Essas reuniões têm por finalidade estabelecer contato com espíritos elevados. Para tal, a primeira condição é de que sejam sérias, motivadas por intenções sublimes, instrutivas e beneficiadoras.

Aconselha Allan Kardec: "É preciso bem se persuadir de que os espíritos aos quais se quer dirigir, são de uma natureza toda especial; que o sublime, não podendo se aliar ao trivial, nem ao bem como ao mal, se se quer obter boas coisas, é preciso se dirigir aos bons espíritos. Mas não basta chamar os bons espíritos; é necessário, como condição expressa, estar nas condições propícias para que eles queiram vir. Ora, os espíritos superiores não virão mais às assembléias de homens levianos e superficiais, do que teriam vindo quando vivos".

QUALIFICAÇÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS

Compreendidas os tipos de reuniões, segundo os propósitos dos membros que as promovem, podemos avaliar os tipos de grupos, ou sociedades, por suas finalidades intrínsecas.

"Uma sociedade não é verdadeiramente séria senão com a condição de se ocupar de coisas úteis com a exclusão de todas as outras", orienta o codificador. "Se aspira obter fenômenos extraordinários por curiosidade ou passatempo, os espíritos que os produzem poderão vir, mas os outros se irão. Em uma palavra, qualquer que seja o caráter de uma reunião, ela encontrará sempre espíritos dispostos a secundarem suas tendências".

PARA ESTABELECER CONTATO COM A ESPIRITUALIDADE SUPERIOR, É NECESSÁRIO INTENÇÕES PURAS E RETA CONDUTA MORAL

Qual outro motivo faria um espírito elevado ocupar-se em comunicar-se conosco, senão pela pureza de nossos propósitos e a moralidade de nossa conduta?

Com essas considerações, somos forçados a reconhecer a gravidade e a responsabilidade que cabe a todo grupo e a toda sociedade que se propõe a praticar trabalhos de intercâmbio. E também, porque são tão poucas as pessoas, os grupos e as sociedades realmente eficientes nessa difícil e tão nobre prática de aquisição e propagação do bem.



Escrito por EDUARDO BARROS às 00h02
[ ] [ envie esta mensagem ]


MEDIUNIDADE: O SACERDÓCIO DA DOAÇÃO INCONDICIONAL

O codificador do espiritismo, Allan Kardec, ao pesquisar criteriosa e exaustivamente os fenômenos psíquicos que invadiram todos os continentes, na metade do século IXX, concluía que o dom da mediunidade, por se encontrar em toda parte, nunca foi um privilégio. Pretender o médium fazer da mediunidade um meio de vida, seria desviá-la de sua finalidade providencial.

DOM GRATUITO RECEBIDO DE DEUS

Os médiuns modernos, assim como os apóstolos, que também tinham mediunidade, receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los a fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem, pois que não se originam de suas idéias, nem nas suas pesquisas, nem em qualquer outra espécie de seu trabalho pessoal.

O MAIS POBRE NÃO PODE SER DESERDADO POR TER COMO PAGAR

É desejo de Deus que a luz atinja a todos, e não que o mais pobre seja deserdado e possa dizer: Não tenho fé, porque não pude pagar; não tive a consolação de receber o estímulo e o testemunho de afeição daqueles por quem choro, pois sou pobre.

OS BONS ESPÍRITOS REPUDIAM FORMAS DE INTERCÂMBIO EGOÍSTA

Allan Kardec adverte que os bons espíritos comunicantes sentem grande repulsa a todas as formas de interesse egoísta, e o menor deslize moral da parte do médium é suficiente para que se afastem.

Enfatizava o codificador que os bons espíritos jamais estarão à disposição do primeiro que os convocar cobrando valores materiais por uma sessão.

INTENÇÕES LEVIANAS ATRAEM COMUNICAÇÕES LEVIANAS

Seria uma profanação, evocar por dinheiro os seres que respeitamos ou que nos são caros. Não há dúvida que é possível obter manifestações dessa maneira, mas certamente, não há como garantir-lhes a veracidade. Os espíritos levianos, mentirosos e espertos, e toda a turba de espíritos inferiores, muito pouco escrupulosos, atendem sempre a esses chamados, e estão prontos a responder ao que lhes perguntarem, sem a menor preocupação com a verdade.

A PRIMEIRA CONDIÇÃO PARA COSEGUIR A BOA VONTADE DOS ESPÍRITOS

Allan Kardec apresenta os fundamentos do processo de intercâmbio mediúnico em termos muito bem definidos: "Aquele que deseja comunicações sérias, deve primeiro procurá-las com seriedade, esclarecendo-se quanto à natureza das ligações do médium com os seres do mundo espiritual". E acrescenta: "A primeira condição de se conseguir a boa vontade dos bons espíritos é a que decorre da humildade, do devotamento e da abnegação: o mais absoluto desinteresse moral e material.

A MEDIUNIDADE NÃO DEVE SER UMA PROFISSÃO

Além da questão moral, hà ainda um outro fator que se refere à própria natureza da faculdade: "A mediunidade séria não pode e jamais será uma profissão, não somente porque isso a desacreditaria no plano moral, colocando os médiuns na mesma posição dos ledores de sorte, mas, porque existe ainda uma dificuldade material para isso: é que se trata de uma faculdade essencialmente instável, fugidia, variável, com a qual ninguém pode contar na certa".

Sendo assim, a mediunidade passa a ser, para o seu explorador, um campo inteiramente incerto, que poderia escapar-lhe no momento mais necessário.

NÃO É UMA ARTE, MUITO MENOS UMA HABILIDADE

Esclarece o missionário de Lyon que a mediunidade, longe de ser uma arte ou uma habilidade adquirida, não pode ser profissionalizada, pois ela só existe graças ao concurso dos espíritos. Se estes faltam, não há mediunidade.

"Não há um único médium no mundo que possa garantir a obtenção de um fenômeno espírita em determinado momento. Explorar a mediunidade, como se vê, é querer dispor de uma coisa que realmente não se possui. Afirmar o contrário é enganar os que pagam", adverte Kardec aos imprevidentes.

SAGRADA MISSÃO

É repugnante o fato de colocar-se à venda o concurso dos mortos e foi justamente esse tráfico, degenerado pelo abuso, explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, a credulidade e a supertistição, que provocou a proibição de Moisés.

O espiritismo moderno, esclarece Allan Kardec, compreendendo o aspecto sério do assunto, lançou o descrédito sobre essa exploração, e elevou a mediunidade à categoria de missão. Por esse motivo, o espírita que estuda e se orienta pelas obras do codificador entende a mediunidade como uma coisa sagrada, que deve ser praticada santamente, religiosamente.

"A PRECE É UM ATO DE CARIDADE, UM IMPULSO DO CORAÇÃO"

Segundo os espíritos que assessoraram Allan Kardec, a prece deve ser um "ato de caridade, um impulso do coração", caso contrário, transforma-se, então, numa fórmula que é cobrada segundo o seu tamanho.

E aí raciocina o codificador do espiritismo: "Ora, das duas, uma: Deus mede ou não mede as suas graças pelo número de palavras; e se forem necessárias muitas, como dizer apenas algumas, ou quase nada, por aquele que não pode pagar? Isso é uma falta de caridade. E se uma palavra é suficiente, as demais são inúteis. Então, por que cobrá-las? É uma prevaricação".



Escrito por EDUARDO BARROS às 06h55
[ ] [ envie esta mensagem ]


EDUCAÇÃO E FUNÇÃO DOS MÉDIUNS

Nada verdadeiramente importante se adquire sem trabalho. Uma lenta e laboriosa iniciação se impõe aos que buscam os bens superiores. Como todas as coisas, a formação e o exercício da mediunidade encontram dificuldades,
bastantes vezes já assinaladas; convém insistirmos nisso, a fim de prevenir os médiuns contra as falsas interpretações, contra as causas de erro e de desânimo.

Desde que, por um trabalho preparatório, as faculdades do médium adquirem certa flexibilidade, os resultados que se começam a obter são quase sempre devidos às relações estabelecidas com os elementos inferiores do mundo invisível.

DIFICULDADES DO MÉDIUM PRINCIPIANTE

Uma multidão de espíritos nos cerca, sempre ávidos de se comunicarem com os homens. Essa multidão é sobretudo composta de almas pouco adiantadas, de espíritos levianos, algumas vezes maus, que a densidade de seus próprios fluidos conserva presos à Terra. As inteligências elevadas, animadas de nobres aspirações, revestidas de fluidos sutis, não permanecem escravizadas
à nossa atmosfera depois da separação carnal: remontam mais alto, a regiões que o seu grau de adiantamento lhes indica. Daí baixam muitas vezes é certo para velar pelos seres que lhes são caros; imiscuem-se conosco, mas unicamente para um fim útil e em casos importantes. Donde resulta que os principiantes quase nunca obtêm senão comunicações sem valor, respostas chocarreiras, triviais, às vezes inconvenientes, que os impacientam e desanimam.

VÍTIMAS DE MISTIFICAÇÕES

Noutros casos o médium inexperto recebe, pela mesinha (método comum nos primórdios do espiritismo) ou pelo lápis, ditados subscritos por nomes célebres, contendo revelações apócrifas que lhe captam a confiança e o enchem de entusiasmo. O inspirador invisível, conhecendo-lhe os lados vulneráveis, lisonjeia-lhe o amor-próprio e as opiniões, superexcita-lhe a vaidade, cumulando-o de elogios e prometendo-lhe maravilhas. Pouco a pouco o vai desviando de qualquer outra influência, de todo exame esclarecido e o leva a se insular em seus trabalhos. É o começo de uma obsessão, de um domínio exclusivista, que pode conduzir o médium a deploráveis resultados.

MUITAS DECEPÇÕES E DISSABORES SERIAM EVITADOS SE COMPREENDÊSSEMOS QUE A MEDIUNIDADE PERCORRE FASES SUCESSIVAS

Esses perigos foram, desde os primórdios do espiritismo, assinalados por Allan Kardec; todos os dias, estamos ainda vendo médiuns deixarem-se levar pelas sugestões de espíritos embusteiros e serem vítimas de mistificações que os tornam ridículos e vêm a recair sobre a causa que eles julgam servir.

Muitas decepções e dissabores seriam evitados se se compreendesse que a mediunidade percorre fases sucessivas, e que, no período inicial de desenvolvimento, o médium é sobretudo assistido por espíritos de ordem
inferior, cujos fluidos, ainda impregnados de matéria, se adaptam melhor aos
seus e são apropriados a esse trabalho de bosquejo, mais ou menos
prolongado, a que toda faculdade está sujeita.

O PERÍODO DO EXERCÍCIO, DE TRABALHO PREPARATÓRIO, É UMA ESCOLA EM QUE A NOSSA PACIÊNCIA E DISCERNIMENTO SE EXERCITAM

Só mais tarde, quando a faculdade mediúnica, suficientemente desenvolvida, adquiriu a necessária maleabilidade, e se tornou dúctil o instrumento, é que os espíritos elevados podem intervir e utilizá-la para um fim moral e intelectual.

O período de exercício, de trabalho preparatório, tão fértil muitas vezes em manifestações grosseiras e mistificações, é, pois, uma fase normal de desenvolvimento da mediunidade; é uma escola em que a nossa paciência e discernimento se exercitam, em que aprendemos a nos familiarizar com o modo de agir dos habitantes do Além.

Nessa fase de prova e de estudo elementar, deve sempre o médium estar de sobreaviso e nunca se afastar de uma prudente reserva. Cumpre-lhe evitar cuidadosamente as questões ociosas ou interesseiras, os gracejos, tudo em suma que reveste caráter frívolo e atrai os espíritos levianos.

É PRECISO NÃO SE DEIXAR LEVAR ESMORECER PELA MEDIOCRIDADE DOS RESULTADOS, PELA ABSTENÇÃO E APARENTE INDIFERENÇA DOS NOSSOS AMIGOS DO ESPAÇO

Médiuns principiantes, ficai certos de que alguém vela por vós e de que a vossa perseverança é posta à prova. Quando houverdes chegado ao ponto requerido, influências mais altas baixarão a vós e hão de continuar a vossa educação psíquica.

Não procureis na mediunidade um objetivo de mera curiosidade ou de simples diversão; considerai-a de preferência como um dom do Céu, uma coisa sagrada, que deveis utilizar com respeito, para o bem de vossos semelhantes. Elevai o pensamento às almas generosas que trabalham no progresso da Humanidade; elas
virão a vós e vos hão de amparar e proteger. Graças a elas, as dificuldades do começo, as inevitáveis decepções que experimentareis não terão desagradáveis conseqüências; servirão para vos esclarecer a razão e vos desenvolver as forças fluídicas.

A BOA MEDIUNIDADE SE FORMA LENTAMENTE, NO ESTUDO CALMO, SILENCIOSO, RECOLHIDO, LONGE DOS PRAZERES MUNDANOS E DO TUMULTO DAS PAIXÕES

Depois de um período de preparação e expectativa, o médium colhe o fruto de seus perseverantes esforços; recebe dos espíritos elevados a consagração de suas faculdades, amadurecidas no santuário de sua alma, ao abrigo das sugestões do orgulho. Se guarda em seu coração a pureza de ato e de intenção, virá, com a assistência de seus guias, a se tornar cooperador utilíssimo na obra de regeneração que eles vêm realizando.

A PROTEÇÃO DE UM ESPÍRITO BOM

Terminada a primeira fase de desenvolvimento de suas faculdades, o
importante para o médium é obter a proteção de um espírito bom, adiantado, que o guie, inspire e preserve de qualquer perigo.

Na maior parte das vezes é um parente, um amigo desaparecido que desempenha ao pé dele essas funções. Um pai, uma mãe, uma esposa, um filho, se adquiriram a experiência e o adiantamento necessários, podem-nos dirigir no delicado exercício da mediunidade. mas o seu poder é proporcionado ao grau de elevação a que chegaram, e nem sempre a sua ternura e solicitude bastam
para nos defender das investidas dos espíritos inferiores.



Escrito por EDUARDO BARROS às 07h34
[ ] [ envie esta mensagem ]

 

ALLAN KARDEC


BEZERRA DE MENEZES


MÃE DE JESUS

BICENTENÁRIO DE ALLAN KARDEC

on-line

CLIQUE NA IMAGEM,
E LEIA A
NOSSA HISTÓRIA DE AMOR

NOSSA HISTÓRIA


...Quero dedicar esse blog a minha doce e amada mulher Laura. Agendas e cadernos somem com o tempo... e aqui toda a luz do Espiritismo e o meu amor jamais morrerá para ela.



PRÊMIOS




LINKS QUE RECOMENDO

  • O CONSOLADOR PROMETIDO
  • ADEP PORTUGAL
  • CCE - CALDAS DA RAINHA
  • CECA - PORTO
  • FEDERAÇÃO ESPÍRITA PORTUGUESA
  • GRUPO ESPÍRITA BATUÍRA
  • OBRAS BÁSICAS DA CODIFICAÇÃO
  • PORTAL DO ESPÍRITO
  • Meu perfil





    BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, TIJUCA, Homem, de 46 a 55 anos, English, Spanish, Informática e Internet, Esportes



    Meu humor



    Histórico
    11/02/2007 a 17/02/2007
    04/02/2007 a 10/02/2007
    28/01/2007 a 03/02/2007
    21/01/2007 a 27/01/2007
    14/01/2007 a 20/01/2007
    07/01/2007 a 13/01/2007
    31/12/2006 a 06/01/2007
    24/12/2006 a 30/12/2006
    17/12/2006 a 23/12/2006
    10/12/2006 a 16/12/2006
    03/12/2006 a 09/12/2006
    26/11/2006 a 02/12/2006
    19/11/2006 a 25/11/2006
    12/11/2006 a 18/11/2006
    05/11/2006 a 11/11/2006
    29/10/2006 a 04/11/2006
    22/10/2006 a 28/10/2006
    15/10/2006 a 21/10/2006
    08/10/2006 a 14/10/2006
    01/10/2006 a 07/10/2006
    24/09/2006 a 30/09/2006
    17/09/2006 a 23/09/2006
    10/09/2006 a 16/09/2006
    03/09/2006 a 09/09/2006
    27/08/2006 a 02/09/2006
    20/08/2006 a 26/08/2006
    13/08/2006 a 19/08/2006
    06/08/2006 a 12/08/2006
    30/07/2006 a 05/08/2006
    23/07/2006 a 29/07/2006
    16/07/2006 a 22/07/2006
    09/07/2006 a 15/07/2006
    02/07/2006 a 08/07/2006
    25/06/2006 a 01/07/2006
    18/06/2006 a 24/06/2006
    11/06/2006 a 17/06/2006
    04/06/2006 a 10/06/2006
    28/05/2006 a 03/06/2006
    21/05/2006 a 27/05/2006
    14/05/2006 a 20/05/2006
    07/05/2006 a 13/05/2006
    30/04/2006 a 06/05/2006
    23/04/2006 a 29/04/2006
    16/04/2006 a 22/04/2006
    09/04/2006 a 15/04/2006
    02/04/2006 a 08/04/2006
    26/03/2006 a 01/04/2006
    19/03/2006 a 25/03/2006
    12/03/2006 a 18/03/2006
    05/03/2006 a 11/03/2006
    26/02/2006 a 04/03/2006
    19/02/2006 a 25/02/2006
    12/02/2006 a 18/02/2006
    05/02/2006 a 11/02/2006
    29/01/2006 a 04/02/2006
    22/01/2006 a 28/01/2006
    15/01/2006 a 21/01/2006
    08/01/2006 a 14/01/2006
    01/01/2006 a 07/01/2006
    25/12/2005 a 31/12/2005
    18/12/2005 a 24/12/2005
    11/12/2005 a 17/12/2005
    04/12/2005 a 10/12/2005
    27/11/2005 a 03/12/2005
    20/11/2005 a 26/11/2005
    13/11/2005 a 19/11/2005
    06/11/2005 a 12/11/2005
    30/10/2005 a 05/11/2005
    23/10/2005 a 29/10/2005
    16/10/2005 a 22/10/2005
    09/10/2005 a 15/10/2005
    02/10/2005 a 08/10/2005
    25/09/2005 a 01/10/2005
    18/09/2005 a 24/09/2005
    11/09/2005 a 17/09/2005
    04/09/2005 a 10/09/2005
    28/08/2005 a 03/09/2005
    21/08/2005 a 27/08/2005
    14/08/2005 a 20/08/2005
    07/08/2005 a 13/08/2005
    31/07/2005 a 06/08/2005
    24/07/2005 a 30/07/2005
    17/07/2005 a 23/07/2005
    10/07/2005 a 16/07/2005
    03/07/2005 a 09/07/2005
    26/06/2005 a 02/07/2005
    19/06/2005 a 25/06/2005
    12/06/2005 a 18/06/2005
    05/06/2005 a 11/06/2005
    29/05/2005 a 04/06/2005
    22/05/2005 a 28/05/2005
    15/05/2005 a 21/05/2005
    08/05/2005 a 14/05/2005
    01/05/2005 a 07/05/2005
    24/04/2005 a 30/04/2005
    17/04/2005 a 23/04/2005
    10/04/2005 a 16/04/2005
    03/04/2005 a 09/04/2005
    27/03/2005 a 02/04/2005
    20/03/2005 a 26/03/2005
    13/03/2005 a 19/03/2005
    06/03/2005 a 12/03/2005
    27/02/2005 a 05/03/2005
    20/02/2005 a 26/02/2005
    13/02/2005 a 19/02/2005
    06/02/2005 a 12/02/2005
    30/01/2005 a 05/02/2005
    23/01/2005 a 29/01/2005
    16/01/2005 a 22/01/2005
    09/01/2005 a 15/01/2005
    02/01/2005 a 08/01/2005
    26/12/2004 a 01/01/2005
    19/12/2004 a 25/12/2004
    12/12/2004 a 18/12/2004
    05/12/2004 a 11/12/2004
    28/11/2004 a 04/12/2004
    21/11/2004 a 27/11/2004
    17/10/2004 a 23/10/2004
    10/10/2004 a 16/10/2004
    12/09/2004 a 18/09/2004
    29/08/2004 a 04/09/2004
    22/08/2004 a 28/08/2004
    01/08/2004 a 07/08/2004
    25/07/2004 a 31/07/2004
    18/07/2004 a 24/07/2004
    11/07/2004 a 17/07/2004
    04/07/2004 a 10/07/2004
    27/06/2004 a 03/07/2004
    20/06/2004 a 26/06/2004
    13/06/2004 a 19/06/2004
    06/06/2004 a 12/06/2004
    30/05/2004 a 05/06/2004
    23/05/2004 a 29/05/2004
    16/05/2004 a 22/05/2004
    09/05/2004 a 15/05/2004
    25/04/2004 a 01/05/2004
    18/04/2004 a 24/04/2004
    11/04/2004 a 17/04/2004
    04/04/2004 a 10/04/2004
    28/03/2004 a 03/04/2004
    21/03/2004 a 27/03/2004
    14/03/2004 a 20/03/2004




    VOTAÇÃO
    Dê uma nota para
    meu blog



    BONS LINKS
     BLOG DO POETA EDUARDO BARROS
     COISAS DO NOSSO AMOR
     SEU MADRUGA E DRISINHA - 100%Risadinha
     BILHAR ONLINE
     BLOG DO FLOK - BICHON FRISÉ
     BLOG DA LAURA


     Escolha o grupo:
     

     
    >